Sexta-feira, Julho 27, 2007

Amanhã é dia de ...


Nelly Furtado no Estádio de Albufeira!

Em princípio, este será o alinhamento:
1. "Afraid" (intro) 2. "Say It Right" 3. "Turn Off the Light" 4. "Powerless (Say What You Want)" 5. "Do It" 6. "Showtime" (versão lenta) 7. "Crazy" (Gnarls Barkley cover) 8. "In God's Hands" 9. "Try" 10. "All Good Things (Come to an End)" (particpação de Reamonn) 11. "SexyBack" (cover Justin Timberlake) 12. "Give It to Me" (participação de Saukrates) 13. "I'm Like a Bird (Remix)" 14. "Glow/Heart Of Glass" 15. "Força" 16. "Promiscuous" (participação de Saukrates)
Encore
1. "Party/Baby Girl" 2. "No Hay Igual" 3. "Maneater"
Já estou a cantarolar: "Sou como uma pássaraaaaa, vou voar daquiiiiiiii" :D

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Segunda-feira, Julho 23, 2007

Dia de azar

Hoje foi um daqueles dias... A loiça que ficou na máquina durante a minha estadia em Itália recusa-se a separar-se do bolor que se acumulou. Comecei por jogar tudo ao molhe para o lava-loiça. Um copo foi logo à vida. Depois lembrei-me de pôr tudo em lixívia. Até essa se acabou, a neoblanc da roupa teve de servir. Não serviu, tive mesmo de esfregar tudo à mão. Após tudo imaculado, vinagre para dentro da máquina e vá mais uma lavagem, para eliminar quaisquer vestígios. Abro o conglador para tirar qualquer coisa para o almoço e deparo-me com duas cervejas esquecidas do dia anterior. Outra sessão de limpezas...

À tarde, tentei estudar para o exame de terça feira, mas falta-me motivação. As ideias estão ainda mais confusas do que na véspera da 1a chamada, de modo que tenho um mau pressentimento.

A noite não foi melhor... Valeram-me as cervejas que entretanto se salvaram. Estava a passar 'As paixões de Julia', deixei-me ficar no sofá, amolecido pela Bohemia D'Ouro.

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Terça-feira, Julho 17, 2007

Roma #1



Michelangelo - La Pietà

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Quarta-feira, Julho 04, 2007

Back to business

A sensação de estar no limite tem sido atingida de forma recorrente nestes últimos tempos. Quer dizer, eu gostava de fazer mais e melhor na minha investigação, mas tenho de andar sempre a tentar descobrir os truques sujos que outros autores utilizaram para ter gráficos mais bonitos e concordantes com as teorias. Não seria mais fácil chegar ao pé dos ditos e perguntar: 'escute lá, como é que você obteve isto afinal?'. O problema é que os métodos de trabalho não são os mesmos e há sempre uma certa relutância compreensível em revelar tudo.

Apesar de tudo, resta-me a satisfação de poder finalmente dedicar-me de pés e cabeça à investigação, em vez de perder tempo com trabalhecos e exames que não servem para nada. Ou aliás, servem para obter um grau que não me interessa obter. E a algum lado ela há-de levar.

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Segunda-feira, Junho 25, 2007

Marchas e arraiais

Muito se discute acerca da real utilidade das marchas e arraiais pela defesa dos direitos dos LGBTs. Eu não tenho realmente uma opinião formada, até porque não me sinto realmente infeliz com os direitos que possuo. Mas isso sou eu, que por princípio não sou a favor do casamento. Ainda há umas semanas uma amiga anunciou com grande solenidade que ia dar o nó. Se por um lado, sinto que devia ficar feliz, por ser um passo importante na relação da minha amiga com o seu namorado, por outro lado acho que as pessoas que casam com a nossa idade mais tarde ou mais cedo vão sofrer uma desilusão. Não é por nada, mas eu diria que é quase estatístico. Continuo sem perceber: para quê casar? Se bem que tal como me disseram ontem, uma pessoa quando casa, firma de pedra e cal o que sente por outra. Era bonito, se o divórcio não se seguisse uns meses depois...

Assim, uma pessoa casa para viver junto, para poder ter filhos, pra poder fazer o IRS em conjunto...? Não percebo, em especial porque hoje em dia quase tudo se faz sem ter de assinar um papel e muito menos sem pedir autorização divina.

Em todo o caso, a discriminação e a homofobia têm de acabar, e todas as iniciativas nesse sentido são bem-vindas. Em particular, aquelas que servem para mostrar que apesar de diferentes da maioria, os LGBTs não têm de ser iguais enre si, ou seja, faltam talvez iniciativas que permitam àquelas pessoas menos corajosas (nas quais eu me incluo) poderem dar a cara sem receio de ser considerados trangéneros (com todo o respeito que os transgéneros merecem) e sim rapazes que simplesmente se relacionam com rapazes: diferentes nisso, iguais em tudo o resto.

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Segunda-feira, Junho 11, 2007

PhD

Com a abertura já tardia do concurso de atribuição de bolsas de doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia, a perspectiva de que vou estar ausente durante muito tempo torna-se de repente muito real e próxima, apesar de em princípio só ir para Los Angeles em Março do ano que vem. A oportunidade é excelente, qualquer pessoa da minha área a quem oferecessem a possibilidade de trabalhar na NASA durante uns tempos teria dificldade em recusar. O problema é o que fica em terras lusas, sabe-se lá durante quanto tempo... Vários amigos meus já embarcaram na aventura de ir passar uma temporada no estrangeiro, e 'sobrevivem'. As amizades e laços mais fortes perduram e não há que ter medo. Mas confesso que me sentiria menos assustado se fosse aqui mesmo pelo velho continente. Uma ou duas horinhas de avião e estaria de novo em casa, de volta daqueles que amo e que me amam a mim.

Sempre tive uma perpectiva bastante aberta no que toca a uma ida para o estrangeiro. Mas as coisas mudaram, o tempo passou e estou a viver um grande amor que não me apetece comprometer. Mas se há altura na vida em que tem que se sacrificar um bocado a vida pessoal em detrimento da profissional, é agora. Sinto que tenho muito que aprender e que já não posso aprender aqui; sinto que tenho asas mas não as sei bater para voar.

Também vou sentir muito a tua falta, é certo. Neste último ano, tornaste possível o que eu já julgava impossível, a nossa cumplicidade ultrapassou qualquer expectativa que eu pudesse ter quando nos conhecemos. É assim o amor, aparece inesperadamente e troca-nos todos os planos que haviam sido feitos. Vamos acreditar que o tempo passa depressa (e de facto, passa) e vamos vencer este desafio.

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Sexta-feira, Junho 01, 2007

Baile

Hoje tenho um baile de finalistas. Ainda bem que o fato que usei no baile do 12º ano ainda me serve. Não tive um baile quando eu próprio fui finalista, de modo que achei piada ao convite e lá vou pró meio dos biólogos. Pior mesmo é o preço, logo agora que não ando nada folgado em termos financeiros…

Chateado

Estou chateado e não me apetece estudar. Apetecia-me mesmo era bater em alguém, mas parece que o melhor é bater na minha própria consciência. E se isso não resolver tudo, não sei o que resolverá.

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Quinta-feira, Maio 31, 2007

Aquecimento Global

Clique para aumentar

Alteração da temperatura prevista pelo Hadley Centre Climate Model (HadCM3)
Cenário A2 (ver condições)

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Pequenas mudanças

Numa tentativa de reavivar o meu interesse pelas lides bloguísticas, ando a tentar modificar o visual do estaminé. As mudanças são para continuar nos próximos tempos.

Nem sei o que me levou a deixar de escrever... Podia alegar falta de tempo, mas arranja-se sempre um bocadinho... A verdade é que a vida me corre relativamente bem, de modo que não tenho precisado de exteriorizar os meus queixumes como outrora foi meu hábito.

Tenho tido imenso trabalho, é certo. O mestrado deu muito mais que fazer no 2º semestre do que no primeiro e isso tem-me roubado imensa atenção. Nem para os amigos tenho o tempo que gostaria. Mas andamos todos ao mesmo, é altura de finalizar trabalhos, estudar para testes, escrever teses e relatórios, preparar apresentações... Pela minha parte, as coisas correm bem e está quase quase a acabar.

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Quarta-feira, Maio 30, 2007

Momentos em Viena #2



Estátua de Mozart

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Domingo, Maio 13, 2007

September - Satellites

Ora cá vai o vício do momento! :)

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Sexta-feira, Maio 04, 2007

Momentos em Viena #1


Burggarten - Vienna

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Quarta-feira, Abril 11, 2007

O diploma

Ora aí está umas das discussões mais inúteis dos últimos tempos. Que desperdício de tinta de de tempo de antena. Mas será assim tão difícil reconhecer que o PM está a fazer um bom trabalho e que foi para isto que foi eleito? Para que interessa ao comum dos eleitores se o cidadão José Sócrates fez todas as cadeirinhas do seu curso como mandam as regras? Nem as próprias universidades conseguem garantir as condições para que os alunos o façam!

Os cursos universitários não têm o mesmo nível de responsabilidade que os dos ensinos básico e secundário: os professores e muitas vezes os próprios alunos têm outras ocupações e relegam frequentemente as aulas para segunda prioridade. Isto faz com que por vezes existam situações menos claras quanto à avaliação dos alunos e situações como estas possam vir a surgir para qualquer um de nós, titulares de um título académico. Eu próprio fui vítima de situações desse género ao longo da minha licenaciatura, em que enfrentei um processo de equivalências pouco claro, ou mesmo agora ao nível do mestrado (pré-Bolonha) em que tenho cadeiras em que há professores que 'não podem dar as aulas'. E já não falo das histórias que se ouvem provenientes do outro lado da Av. da República (entenda-se, a Universidade Lusófona) em que sacando do livro de cheques se obtêm condições de tratamento especiais e passagem a certas cadeiras...

Este problema deve ser posto de parte porque as pessoas devem ser julgadas pelo que são capazes de fazer e não pelos títulos académicos que possuem ou não. E Sócrates já mostrou que não tem medo. Tem o eu apoio para continuar.

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Domingo, Março 18, 2007

Desafios crescentes

Tem sido uma euforia para me preparar para o grande dia! Segunda-feira recebo finalmente o prémio, numa cerimónia pública, na qual terei de expor o meu projecto em cinco minutos (apenas). O que dizer? Que assuntos tratar? Como fazer passar a mensagem?

Já tenho falado em público, mas a dificuldade parece ser crescente ao longo do tempo. Quando fui monitor da exposição não custava muito, até me deu um certo traquejo. Depois vieram as conferências de pequena dimensão, a apresentação do estágio... Mas a recepção de um prémio é diferente, vou ter de convencer os tipos que irão gastar bem o dinheiro. A dificuldade parece não ficar por aqui. Em Abril vou à minha primeira conferência internacional, a Viena. Vão lá estar os gurus todos da meteorologia. Vou ter de fazer uma exposição oral em inglês, para pessoas que vão perceber exacmente do que estou a falar o que significa que vão haver perguntas no final, para as quais posso não estar pronto a responder... Será de longe o mais difícil que fiz até aqui.

A solução parece ser ensaiar, muito. Há que passar para o papael uma série de frases feitas que entram por repetição exaustiva. Tenho azucrinado a cabeça a toda a gente para me servir de público, para ver se no dia a coisa me sai de forma mais ou menos automática, sem o parecer (claro). O espelho ainda não foi vítima, mas amanhã sê-lo-á certamente. A ideia é não falhar, para mostrar que sou capaz de vencer este desafio. Vencendo este, os mais difíceis também serão vencidos...

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Sábado, Março 10, 2007

Out of the Woods



A menina dos Everything but the Girl, Tracey Thorn lançou este mês o seu segundo álbum a solo, Out of The Woods. Após a extensa paragem para criar os seus filhotes, Tracey voltou aos tops com o seu novo single It's all true (recomendo em especial o remix de Kris Menace). Tracey ficou conhecida com músicas como Missing (1994) enquanto EBTG tendo também colaborações relevantes no seu curriculo, por exemplo com os Massive Attack (Protection, 1995) e com os Deep Dish (Future of the future, 1998). O novo single fica no ouvido e deixo aqui o vídeo sacado do YouTube para verem que tenho razão.










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Terça-feira, Março 06, 2007

Dias de azar

É curioso como a vida tem oscilações. Se pensamos que tudo está a caminhar para os eixos, acontece alguma coisa que nos afasta do caminho que queremos tomar. Digo isto porque os meus dias de paz no pós-mudança deram lugar a dias verdadeiramente infernais. A semana passada bateram-me no carro. Uma velha fez uma travagem à minha frente. Eu travei bruscamente sem lhe bater mas o senhor atrás de mim não reagiu a tempo e fiquei entalado no meio dos dois. A culpa não foi minha mas o Puqanito ficou muito mal tratado. Foi hoje finalmente para o arranjo, não antes sem uma outra peripécia ter tido lugar. Perdi a minha carteira. Desespero. Cartões, identificações, dinheiro, tudo pró caneco. Dei voltas e voltas e nada. Fui até à Policia que achou prematura uma apresentação de queixa. Felizmente, estava eu prestes a usar o cartão do Miguel para pagar o almoço, recebi uma chamada a dizer que tinha sido encontrada uma carteira e que teria de me deslocar a Rio Maior para a recuperar. Lá fui, dia de trabalho que se lixe. A carteira estava intacta e tinha sido achada à porta de minha casa aqui em Lisboa. Tiro o chapéu à honestidade do senhor, que se prontificou a contactar-me e a dar-se ao trabalho de me devolver tudo tal e qual.

Ao fim do dia tudo tinha voltado à normalidade possível. Com carteira na mala e carro de substituição na garagem. E as aulas recomeçaram...

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Sexta-feira, Fevereiro 23, 2007

My new home sweet home

É bom chegar a casa e sentirmo-nos em casa. Voltei finalmente a ter essa sensação. Estive uns tempos em casa do Miguel, tal como já havia dito. Foi muito bom, aprendi que afinal é mesmo possível fazer uma vida a dois (nunca acreditei muito que fosse capaz). Durou foi pouco, mas já se sabia que iria ser assim. Também ninguém merece a margem sul, com o seu transito matinal e de fim-de-tarde... Fora de brincadeiras, foi uma experiência muito engraçada. Vir todos os dias de carro na galhofa para Lisboa, à mesma hora... Chegar a casa e fazer o jantar para os dois... Ver um filme ou mesmo a novela à noite. De manhã um sumo de laranjas algarvias e um beijo doce... Enfim, a seu tempo quem sabe, a experiência poderá tornar-se mais perene.

Entretanto, ainda estou em fase de habituação ao meu novo poiso e ao meu novo companheiro de casa. Já deu pra ver que é quase o oposto do anterior, nada mais nada menos do que exactamente o que eu andava à procura. A casa é bonita, alegre, com vida e relativamente perto da faculdade. A zona é menos boa, o prédio foi contruido perto de bairros sociais, numa tentativa de os reabilitar e re-inserir na vida da cidade. Não sei se o objectivo é atingido, mas faz com que tenha muito poucas facilidades aqui mesmo ao pé. Não há farmácias, bancos nem cafés e o Pingo Doce mais próximo é a uns 10 min a subir pela rua de habitação social. Novas rotinas se impõem, portanto. As comprinhas têm de ser feitas a tempo e horas e de preferência no dia anterior a serem necessárias. E agora, a dúvida existencial... onde é que eu vou cortar o cabelo?...

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Sexta-feira, Fevereiro 16, 2007

É amanhã que começam novamente as arrumações. Novas mudanças, um novo teste à minha capacidade de adaptação. Espero que desta vez tenha mais sorte. Não será difícil, pior que onde estava acho sinceramente difícil. Desta vez, parece haver maior mobilização das pessoas que me rodeiam em ajudar-me. Será mais rápido, a solução era urgente. Falando nisso, já vendi o sofá. Por um preço bem apelativo, por sinal.

As coisas começam a compor-se. Agora é fazer a poeira assentar e esperar que a vida retome o seu curso normal.

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Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007

Vendo Sofá

Desculpem lá o mau jeito mas preciso de vender um sofá e os sites de leilões são todos pagos... (não é?)

Assim, aqui ficam duas fotos do dito. Comprei-o há 3 anos na Conforama por 350€, e estou a pensar pedir 150€, embora seja negociável, claro. Trata-se de um sofá cama, está impecável (mesmo como novo). Só estou a vendê-lo porque não tenho onde o pôr, na casa para onde vou. Neste momento está em Linda-a-Velha e tenho alguma urgência em 'despachá-lo'.

Se estiveres interessado ou conheceres quem esteja, não hesites a mandar-me um mail (está aqui na barra lateral).





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Domingo, Fevereiro 04, 2007

Fim de tarde abençoado



O Miguel e eu resolvemos ir ver o por do Sol ao Cristo-Rei um destes dias. Bem bonito, valeu bem a pena!


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