hApPy NeW yEaR!!!!!
Este foi o grito de guerra da noite de ontem. Foi uma passagem de ano muito louca, talvez a minha melhor passagem de ano! Como sempre, o pessoal resolve reunir-se mas há sempre entraves de última hora. O Rogério tinha ficado de vir mas acabaram-se os bilhetes de autocarro e teve de ficar em Portimão. Senti bastante a falta dele e também do Duarte, mas paciência, fica para a próxima. Os que restavam iriam jantar ao restaurante indiano do Bairro Alto. Eis senão quando, o Figas resolve arranjar uma festa particular em casa de um conhecido cota que pela descrição parecia podre de rico. Já só restavam três (eu Leka e Figas) e portanto disse de mim para comigo "Ya, o que é que tenho a perder, não queria uma passagem de ano diferente?". E assim foi, chegámos pontualmente a S. Sebastião, o Figas nem sabia bem onde morava a pessoa (era, portanto, muito chegado, note-se...), mas lá demos com o apartamento. A casa era ampla e estava já cheia de gente estranha. Ainda assim fomos recebidos entre sorrisos hospitaleiros e lá nos instalámos na sala tentando forçar uma conversa que rapidamente se limitou a nós os três (os assuntos da conversa geral iam desde filmes indianos até um José Castelo Branco que ainda estava atrasado). Abriram-se as garrafas de Tinto e a desgraça começou. Ao fim do terceiro copo o Figas já olhava de atravessado para um Leka que ria bastante alto e fazia a festa. E eu ria, aquilo não podia estar menos de acordo com as regras de etiqueta propostas por essa querida Paula Bobone. Enfim, amei a festa graças ao tintol e à companhia dos meus amigos. Ao se aproximarem as 23h, o anfitrião surge com uma garrafa de champanhe para cada um e fomos de metro até ao Terreiro do Paço, onde assistimos aos fabulosos fogos de artifício que a CML organizou. Aí eu já não respondia por mim, de tão bêbado. Despachámos as garrafas de champanhe em três tempos (que me parecia extraordinariamente doce, parecia sumo). Fomos até ao Bairro alegremente desejando feliz ano novo a todos os que passavam, o Miguel ligou e juntou-se à festa. Ficou muito surpreendido por nos ver naquele estado, mas rapidamente alinhou no espírito. Fomos então até ao Frágil, graças ao nosso anfitrião e aí curtimos o ambiente, bebemos mais uma vodka e vá de dançar. Para finalizar, continuámos em direcção ao Trumps (claro...) onde o Hélio se juntou a nós e lá demos mais um pézinho de dança. Foi muito giro, continuavamos bastante aluados, eu e o Leka trocámos algumas... coff... intimidades... (/me cora - coisas de amigos! :P) e pronto, foi a nossa noite. Rapidamente ficámos cansados e fomos de autocarro para casa do Leka deixando o Figas para trás por causa de um lamentavel equívoco.
Hoje estou rouquíssimo, gritei mesmo imenso. Foi uma noite louca, como não devem haver muitas nas nossas vidas, senão deixam de ser especiais. Foi pena não se ter juntado mais pessoal, mas às vezes quantos mais, maior a confusão. Há males que vêm pra bem, não é o k dizem?
Frase do dia:
"3... 2... 1... 2004!!!!" - Alguém devia ensinar o Luis Represas a contar, o homem deve ter um sério problema de dislexia :P