Paul Van Dyk lança novo single - crush

Ontem foi com algum agrado que recebi uma mensagem do Leka mal acabei o teste. Foi um timing excelente porque não podia ter corrido pior. Como tinha uns minutinhos fui espreitar a linha nova do metro, fui até ao Lumiar. Bem mais rápido, o que significa que já posso fazer mais visitas ao Duarte. Depois lá fui até ao já clássico Heróis, onde estava o clã todo reunido. Coincidência ou não, (quase) toda a gente revelou que tinha acabado com os respectivos naquele mesmo dia. *DRAMA* O que é certo é que estavam todos bastante bem dispostos, com as piadas do costume. Quem percebe esta gente. Lá fomos até casa do Álvaro comer uns frangos assados e foi galhofa total. Os companheiros de casa que eram suposto estar fora, apareceram e mesmo assim a barraca continuou. Entretanto eles foram tentar ver se patinavam no gelo e eu cortei-me para ficar no meu momento Six Feet Under. Foi até bom, consegui acompanhar a maior parte do episódio em paz e sossego. Quando chegaram puseram-se logo a gozar com a fixação que eu tinha na TV, mas pela simples razão que nunca tinham visto um episódio. Depois tentou-se jogar às cartas, tarefa que se revelou impossível, estavamrealmente imparáveis. Mas sem dúvida o momento da noite foi quando o Miguel se lembra de olhar para o banco onde estava sentado e exclamar: "Este banco deve estar quase a partir-se!" PAH PAH PAH!!!! (Partiu-se um milésimo de segundo após a conclusão da frase...)
Tenho pena de o vidro da minha janela estar lascado desde que pra cá vim morar e eu ainda não ter feito nada quanto a isso. Tenho pena de as pessoas não aceitarem críticas. Tenho pena de não receber mais comentários ao blog. Tenho pena de não ter mais dinheiro para fazer o que me apetecesse. Pena de não ter tempo e de não poder estudar a matéria toda para o teste de amanhã. De não conhecer pessoalmente todos os autores dos meus blogs favoritos. Tenho pena que o meu curso se resuma a um sem número de equações e não se dê mais atenção à componente prática. Pena de não saber mais coisas e estar meio chateado com o Leka. Tenho pena de ter pouco jeito para escrever e não ser mais culto. Tenho pena de ser tão frio em relação à minha família. Pena de ter os mais pais divorciados e não ter tido uma infância mais completa. Pena de o Six Feet Under acabar já amanhã. Tenho pena de não estar num descampado e observar o céu fantástico de hoje (coberto de nuvens espectaculares). Mais pena ainda de não o poder fazer de mão dada com alguém que amasse. Pena de não me conseguir ligar a ninguém com todas as minhas forças. Pena de pensar que é por ser gay. Pena de não acreditar que exista amor incondicional.
Tenho pena de não ser feliz.
Vou fazer obras no blog. Isto vai ficar esquisito durante uns tempos, mas não mais do que as obras no Marquês de Pombal. É preciso algum tempo e paciência para isto ir ao sítio. Se tiverem sugestões deixem um comentário. Obrigado!
Ontem houve direito a um cafézinho no Heróis por volta da meia noite, para descontrair. Não sei se foi porque estava cansado, mas acho que não aproveitei como deve ser. Às vezes, mesmo entre o meu grupo de amigos mais próximos, sinto-me desintegrado: não tenho nada de interessante para dizer, uma piada nova para contar, partilhar um filme ou um disco novo... Parece que os interesses são sempre infinitamente diferentes e isso cria uma distância que provavelmente não existe senão na minha própria cabeça. Claro que não vale a pena procurar por interesses exactamente iguais aos meus nos outros, para isso não saía de casa e ficava a olhar para o meu próprio umbigo. Mas por vezes penso se não existirá algures no Mundo UMA alminha com interesses similares aos meus. Mais que não fosse, para ver como eu reagiria se tivesse de lidar comigo mesmo. Parece uma ideia complicada, mas acho que seria interessante verificar como eu próprio sou aos olhos das outras pessoas. Será que iria mudar alguma coisa?
Um outro assunto que me passa pela cabeça às vezes é a fragilidade das relações gay. Será que iria valer a pena envolver-me com alguém? Para quê? As coisas não são como nos filmes e mesmo essas são quase sempre meio negras. Veja-se o caso dos meninos de Six Feet Under. Até terapia de casal fizeram para ver se a convivência seria mais harmoniosa e mesmo assim... acabou. Mas como é possível? Será que dois homens quando se envolvem só pensam em sexo? E o amor? Eu, se é que o senti alguma vez na vida (e até acho que sim), acho que tentaria lutar mais por ele e tentar levar uma vida de casal mais tolerante, esquecendo mais as pequenas coisas que se passam numa relação. O que noto é que, um casal gay desiste à menor dificuldade: se há uma traição, acaba-se. Se deixa de haver atracção, desiste-se. Se não se telefona, finito. Se há ciúme, mesmo que infundado, game over. Não creio que esta seja a melhor maneira de encarar as coisas. Talvez se houvesse mais tolerância entre os casais e sobretudo mais sinceridade, as relações não seriam tão efémeras. Há que encarar as situações com maturidade e pensar que por mais pessoas que se tenham, nenhuma vai ser a que nós idealizámos porque isso não existe. Defeitos, todos os temos: há que aprender a viver com eles.
Fui ver este filme:
Pena ter sido num estúdio, mesmo assim o som tava porreiro. Também, deixei passar tanto tempo... Ah, curti muito, é um dos meus tipos de filme preferidos, e a Halle Barrey esteve muito bem; curti também a realização, feita pelo nosso bem conhecido Mathieu Kassovitz ( o Quimcampoix da Amélie). Tinha uns planos espectaculares, muito hi-tec.
Hehe, apesar estar um pouco cansado, o dia correu muito bem. Estou ainda mais bem disposto porque dei umas sonoras gargalhadas ao ver o episódio da série Scrubs, protagonizada por esta carinha laroka (ainn...):
Tenho pena de só poder falar com algum conhecimento de causa da série Six Feet Under, porque é sem dúvida das coisas mais inteligentes e bem feitas que já vi na minha vida. Desde que a descobri não perco um episódio e já ando a pensar em comprar o dvd da primeira série completa.
O motivo é simples: falta de tempo. A minha vida nos últimos meses transformou-se aos poucos num inferno de equações e stress. Deixei de socializar, de ir ao cinema como ia antigamente, de sair, de ver televisão... Tornei-me numa coisa que nunca imaginei possível. Uma pessoa que observe com atenção a minha vida (e há poucas, se é que as há de facto), nota uma grande ausência da minha parte. Deixei-me embrenhar num sem numero de projectos e sumidouros de tempo. Olhem para isto. Sumidouros. Já estou a usar o linguajar que me impingem na faculdade. Não consigo ir a um sítio qualquer sem ficar de consciência pesada, com o trabalho a acumular por eu estar ali. E esta tem sido a minha única hora semanal em que deito tudo para o alto e o (meu) mundo pára. A hora de Six Feet Under.
Mas, devaneios à parte, o dia correu bem, ia eu dizendo: o teste de amanhã foi adiado por consenso (é que ninguém andava a perceber patavina) o que me deixa planear melhor as coisas, além de poder descansar um pouco. Depois andei com os putos do secundário nos Dias Abertos da minha faculdade. Acho que me saí bem, consegui cativar a sua atenção e até mantive um conversa agradável enquanto os guiava pelos corredores do C8. É a minha faceta de relações públicas, que às vezes vem à tona. (pronto... já sei que vai haver comentários a este post...).
Lá fui até Porto Côvo para o momento surprise show do mês. Surpreendemos o meu pai que não estava nada à espera de nos encontrar por lá e assim se passou uma tarde agradável. Comi que nem um abade, uma bela açorda de marisco :D Parece que a surpresa caiu bem e espero que sirva para amenizar as relações pai-filho, ultimamente muito por baixo.
Entretanto já anda online o site do meu curso, dei algumas contribuições nomeadamente a parte que fala sobre nuvens. Espero que esteja tudo bem, porque andei a mexer em tudo e não percebo assim muito de html...
Esta foi a parte que eu fiz, que me dizem?
Ontem fui assitir ao espectáculo do Ballet Gulbenkian com o monastero e o Figas.

Gostei muito mais do que da outra vez que lá tinha ido, até porque desta vez houve interacção com o público. A música estava particularmente boa e os cenários bem conseguidos, de modo que valeu a pena. Quanto à mensagem que pretendiam transmitir... É bem conhecida a minha sensibilidade a essas coisas: apreciei o espectáculo como espectáculo e não como obra de arte. Contudo, o tema era O Prazer.
Depois houve direito a um copo no Bairro e pouco mais. A semana foi muito desgastante, com poucas horas de sono e muito trabalho. E assim prometem continuar os próximos dias... Há teste na quarta que vem e quilos de matéria para rever.

Não é linda? :) Permite prever o estado da atmosfera e dos oceanos! E o melhor é que vem da famosa F=ma (2ª lei de Newton). Tem outras aplicações, nomeadamente tudo o que meta mecânica de fluidos.
O teste é mesmo interessante...
1. Your favorite song with the name of a city in the title or text.
talvez o Hollywood da Madonna, se bem que não é beeem uma cidade...
2. A song you've listened to repeatedly when you were depressed at some point in your life.
Zero 7 - Destiny
3. Ever bought an entire album just for one song and winded up disliking everything but that song? Gimme that song.
Err... Mad'House - aqueles dos covers da Madonna. é mesmo mau...
4. A song whose lyrics you thought you knew in the past, but about which you later learned you were incorrect.
Sommersun dos Texas. Cantava akilo mesmo mal...
5. Your least favorite song on one of your favorite albums of all time.
The Anchor Song no "Debut" da Bjork. Demasiado parada e não condiz com o resto do álbum.
6. A song you like by someone you find physically unattractive or otherwise repellent.
Lembrei-me de uma: Sash ft Boy George - Run. Boy George é... inexplicável LOL
7. Your favorite song that has expletives in it that's not by Liz Phair.
A única que me lembro é o Hole in the Head das Sugababes, elas dizem crazy shit (não quis copiar a resposta do SWM - You oughta know da Alanis - foi uma boa resposta :P)
8. A song that sounds as if it's by someone British but isn't.
Os australianos parecem ter sotaque britânco... sendo assim escolho o Torn da Natalie Imbruglia.
9. A song you like (possibly from your past) that took you forever to finally locate a copy of.
Morjac - stars; Boomfunk MC's- Super Electric - Quase ia perdendo a esperança em ambas.
10. A song that reminds you of spring but doesn't mention spring at all.
Beatiful Morning - Ace of Base
11. A song that sounds to you like being happy feels.
Repetindo: Ace of Base - Life is a flower
12. Your favorite song from a non-soundtrack compilation album.
Paul Van Dyk - For an angel - aparece no 100% Dream vol 6.
13. A song from your past that would be considered politically incorrect now (and possibly was then).
opah... claro que é o Erotica (Madonna) ... é dificil dar resposta diferente a esta! :(
14. A song sung by an overweight person.
Hehe quem foi a um concerto do Moby saberá... a Diane quando cantou o Porcelain. Que vozeirão... proporcional ao tamanho dela.
15. A song you actually like by an artist you otherwise hate.
Numb dos Linkin Park. Não costumo gostar de Rock. (LOl e isto não é um trocadilho ao colega blogueiro, note-se! ;P)
16. A song by a band that features three or more female members.
Hole in the head das Sugababes. É a minha preferida, daí a repetição.
17. One of the earliest songs that you can remember listening to.
The Sign - Ace of Base (/me chora de nostalgia...)
18. A song you've been mocked by friends for liking.
Ian Van Dahl - Reason. Faz lembrar música de feira, mas eu gosto :
19. A really good cover version you think no one else has heard.
Everybody hurts dos REM cantada pelos Corrs. Claro que já todos ouviram, mas tá muito boa.
20. A song that has helped cheer you up (or empowered you somehow) after a breakup or otherwise difficult situation.
Esta é óbvia: Time of our Lives do Paul Van Dyk. (já há muito que não falava nesta música)
22. A song not in English (preferably a foreign-language version of an English-language hit).
Ah que tótós. Não quero esta história da versão. Apetece-me citar o "Novas Babilónias" dos Clã. :)
Tenho escrito menos, não por falta de assunto (que até há) mas por falta de tempo e disposição. O fim de semana corrreu bem, com dia de fachina no sábado, mais a animada festa na casa do Worms, com muita musica e animação. A saída é que não foi tão brilhante, senti-me pouco à vontade com uma série de aspectos: não conhecia as pessoas e o assunto para falar faltou-me. No Domingo fui almoçar com a famelga e fomos até à Arrábida, matar saudades do mar, ali sempre tão azul. E o dia estava tão lindo! Soube muito bem, estar ali a apanhar sol no Portinho. É e sempre será a praia mais bonita que conheço, apesar de eu ser do Algarve. Depois peguei nas coisas da escola para o marranço - há teste na quarta e o atraso é mais que muito.
Hoje, para não variar, levei a tarde de volta das equações, mas depois fui descontrair um pouco até à Baixa, lanchar mais o pessoal. Dei umas boas gargalhadas com o Pedro, que é um curtidaço, farto-me de rir com ele.
Posto isto, o melhor é voltar à Equação de Navier-Stokes do movimento de um fluido. Adiós.

( imagem da Sic Online - manifestações anti-terrorismo em Espanha)
Só queria mostrar a minha solidariedade com as vítimas dos atendados terroristas ocorridos em Madrid. Tratou-se de um acto de violência inqualificável. A questão é: será que tal coisa poderá ocorrer em terras Lusas? O parvalhão do Primeiro-ministro fez questão de se por na linha da frente na altura da guerra no Iraque... Será que o Zé Povinho vai levar com as consequências? Isto, partindo do princípio que a Al Qaeda tem culpa no cartório, claro. Fica a dúvida.
Estou triste! Afinal não tenho tantos leitores como pensava... Não faz mal, posso dizer as asneiras que me apetecer e não levo na cabeça por isso. Poucos mas bons, passa a ser o meu lema.
Os posts têm sido muito menos frequentes porque ando ocupado noutras actividades que também me dão imenso gozo. A página oficial do meu curso vai para o ar amanhã (assim esperamos) e ando a tentar ultimar um artigo sobre nuvens; depois coloco aqui o link para os leitores se cultivarem um pouco sobre esta linda ciência que é a meteorologia (Ó pra mim a puxar a brasa à minha sardinha!). Não vai acabar amanhã porque a seguir às nuvens, tenho outros projectos em mente, tudo em nome da divulgação do meu curso.
Também a página da comissão me tem dado alguma água pela barba (LOL... que ironia, dirão alguns), pois as actualizações têm sido quase diárias, nunca pensei que fosse dar tanto trabalho a manter.
Uma das outras coisas que fiz entretanto e que me dá bastante gozo foi umas explicações de física ao Leka. Sinto mesmo que gosto de fazer aquilo, tenho mesmo pena de o dia não ter 36h para poder fazer tudo o que queria. Se assim fosse, certamente reservaria uma fracção do dia para dar explicações. Como não é, contento-me em ir tirando o meu curso.
Esse sim, anda numa fase boa. As cadeiras de dinâmica são muito engraçadas, ando mesmo interessado naquilo. E hoje aprendi a tranformar uma imagem de satélite a preto e branco numa com este aspecto:
Não é lindo? Não foi esta a que eu fiz (para variar) mas foi uma na zona da Escócia, ficou com um aspecto semelhante. Sou mesmo bom nisto muahaha :)
Saudades minhas? Eu tive saudades dos fîéis leitores (se é que os há)... Exageeero... Pelo volume de comentários que recebo sei que mais pessoas lêem o meu blog do que à partida tinha imaginado. Ainda bem.
Quanto às novidades... Fim de semana em Portimão. Foi passado mais a correr do que é costume por causa do casamento da V_Bee, uma das leitoras deste blog! Parabéns miga!! Espero que sejas muito feliz! Vá, toca a dar os parabéns à miúda! O casamento foi no Hotel da Penina, bem mais simples do que eu imaginara. Sei lá, daquela família espera-se tudo: tanto podia ter vindo uma festança de arromba como uma coisa intimíssima para a qual eu nem sequer seria convidado. Pelo contrário, até fui muito bem acolhido, nem mesmo nos casamentos da minha própria família me senti tão bem-vindo, é o bom de uma festa com menos pessoas. Para além disso é bom saber que faço parte de um grupo tão restrito :) Fiquei numa mesa com o Leka (que nunca me largou - começo a acostumar-me) mais as primas Bétâs, que estavam irreverentíssimas, estlio Pimkie. Também elas muito simpáticas, ficaram a dever-me um programinha cá em Lisboa.
O único ponto negativo do casamento foi o Organista/Acordeonista/Com_vibrato_na_voz. Inacreditável! Sempre pensei que optassem por uma música mais moderna para entreter os presentes. Mas não. Caíram no habitual. Enfim, que seria de um casamento sem o organista...
De resto, visita ao papá no Domingo, que continua a amarrar o machinho. Não sei lidar com um homem de 54 anos como se lidasse com uma criança de 8. Tentei disfarçar e encenar um clima de boa-disposição para ver se as coisas iam ao sítio sem pensar muito nas divergências. Afinal de contas já fiz a viagem e não pretendo pedir-lhe o que quer que seja. Enfim, família, quem a entende.
Ando ocupado com a página oficial do curso, que está quase online. A ver se prá semana que vem, antes dos Dias Abertos da minha faculdade.
Dêem notícias, tenho saudades dos vossos comentários!
A p**a da mecânica dos meios contínuos nem depois de feita deixa de dar chatisses. Ontem ligaram-me a avisar que não estava inscrito naquela cadeira, apesar de ter obtido aprovação. Se quisesse inscrição nesta altura do campeonato teria de pagar multa de €60! Como se não bastassem as propinas! Não percebo o que se passou, provavelmente foi erro do computador ou não verifiquei se pus um tick em todas as cadeiras no dia das matrículas. Uma confusão. Vá lá que a camiona da secretaria foi porreira e após um sermão de mais de meia hora no gabinete dela " e tem que verificar", "e os computadores só falham se as pessoas que mexem neles falharem" e blah blah blah lá me disse. "bem, que seja um caso excepcional!" e lá me inscreveu sem ter de pagar.
Aquela secretaria sempre me trouxe bastantes problemas e só me tenho vindo a aperceber deles ao longo do tempo porque volta e meia preciso de um ou outro papel. No primeiro ano fiquei a arder com €100 extra porque não tinha os recibos das propinas. No ano seguinte, faltavam mais propinas mas dessa vez calei-lhes a boquinha porque lhes apresentei os recibos (é a prova de que há falhas da parte deles...). E agora isto. Conclusão: muito cuidado com TODOS os papéis que de lá vêm, com aquela gente não se brinca. O mínimo descuido sai caro...
É incrível como estive submetido a variações de temperatura de cerca de 20º em questão de segundos durante cinco dias e e mantive rijo como um pero. Agora, em Lisboa, com toda esta humidade (aqui perto de Monsanto ainda é pior), fiquei logo constipado... O meu nariz está como a torneira do Monastero há uns tempos... God damn it...
O Metro - A sua complexidade. Mas já é tão antigo, que funciona da melhor maneira possível. Apesar de tudo é fácil de utilizar porque está tudo muito bem explicado, há imensas placas e as vozinhas nos próprios comboios explicam tudo e mais alguma coisa: "This is a central line train to Edgware. Next station: Tottenham Court road; Change here to the northern line".
London Eye - vista fabulosa. valeu bem as £11 que paguei pela viagem. Via-se Londres em toda a sua extensão (que não é pequena).
Os parques - Hyde e Green pela sua imensidão de verde e pelos esquilos a circularem sem medo por entre as pessoas.
As Ruas - Sempre cheias de gente a qualquer hora e em qualquer das zonas por onde passámos. Havia pouco trânsitom ao contrário do que seria de esperar e portanto pouco ruído. Sente-se tanta diferença na chegada a Lisboa! As buzinas, os carros em alta velocidade são substituidos em Londres pelos famosos autocarros de dois lugares e meia dúzia de táxis. A altura dos edifícios é em geral pequena: o número de arranha-céus é surpreendentemente pequeno. Além disso, existe uma grande semelhança entre as ruas: a frase parece que já aqui estivémos era uma constante na minha cabeça.
O frio - Temperaturas glaciais nas ruas, devidas à onda de frio que se abateu sobre a Europa. Os edifícios tinham TODOS aquecimento central, até os autocarros e o metro. Na última noite havia gelo sobre os carros.
As Pessoas - Muitos rapazes giros e bem-tratados - os famosos inatingíveis. Há uma grande diversidade racial: desde indianos a jamaicanos, desde turistas italianos, chineses, espanhóis e até portugueses. Não há velhos em Londres. Segundo o Leka, alugam uma cabana e vão viver para longe da cidade.
Escrito na cama do hotel num momento de descanso na véspera da partida
Foi a realização de um sonho. Correspondeu e, em certa medida, excedeu as minhas expectativas.
Sebastian: o Leka talvez não aprecie muito mas não tenho razão nenhuma para mentir: acho que não fui totalmente com a cara dele. Não sei ao certo porquê, talvez o facto de ser uma pessoa demasiado sofisticada (daí o facto de encaixar bem com o Leka). Quase se pode jurar que é filho único pois encaixa perfeitamente no estereótipo. Impulsivo. Bonito? Não acho. Mas não tem o meu (eterno) problema:possui auto-confiança. E depois há ainda o facto de o Leka gostar (tanto) dele: apesar de o negar, não pude deixar de notar sinais óbvios como demasiadas cedências ou fazer-lhe as vontades (que não eram poucas); o facto de estar constantemente preocupado com o seu bem-estar; estar sempre a falar ele, etc. Mas não quero nem posso ser injusto: apesar de eu próprio me ter isolado algumas vezes por não me integrar nas conversas deles, o Leka nunca me abandonou. Nas discotecas quis estar sempre comigo quando eu queria dançar techno mas rapidamente me pedia para nos juntarmos ao Sebastaian que preferia Pop ou música retro (Abba e outras que tais). Na G-A-Y, apesar de existirem duas pistas só se dançou disso, mas jurei a mim mesmo que na noite seguinte iria dançar o que me apetecesse. Não foi necessário tomar uma atitude radical desse género. O Heaven é fabuloso, mas confesso que ia à espera de alguma coisa mais trendy. Quase podia descrevê-lo como um Trump's 50x maior. Claro que estaria a ser injusto, mas confesso que ia à espera de algo na onda da BCM, em Palma de Mallorca, mais bem decorada, com maior variedade na escolha musical. Tinha 5 pistas: uma, maior, com tecnho tipo Rádio Orbital (remixes de músicas Pop conhecidas), uma segunda com um tecnho mais estranho; uma terceira mais na onda Black music (hip-hop, etc), uma quarta que passava Pop e musicas mais antigas (a preferida do Sebastian), que mais parecia um forno e finalmente uma quinta, mas não dei com essa.
Isto é mais para eu me lembrar do que para os leitores. Os menos interessados não precisam de ler este post. As fotos não são as minhas.
Quinta-Feira
Chegada a Gatwick. Apanhámos o comboio errado por indicação de um polícia idiota e fomos parar a Watford Junction, a caminho de Birmingham. Lá nos deixaram apanhar um comboio para Londres e chegámos à estação de Euston. Em seguida, fomos para Bayswater e encontrámo-nos com o Sebastian e fomos ter ao hotel. Bem mais reduzido do que tínhamos imaginado, mas não era mau de todo. Depois fomos até ao Soho, andámos a ver lojas e fomos até a Old Compton St (metro: Tottenham Court Road). Lá, entrámos em dois bares: o G-A-Y (bar) e o Open Society. Regressámos cedo ao hotel porque estávamos cansados.
Sexta-Feira
British Museum. Perdemos mais tempo do que eu gostaria a ver cada secção e por isso nem vimos metade. Vi as secções do Egipto, Grécia Antiga; África e Great Court (Praça enorme).
O almoço foi num pequeno restaurante onde comemos massa. Os barmans eram podres de bons, como aliás quase toda a gente em Londres. Fomos até ao Green Park, vimos o Palácio de Buckingham, Andámos até Westminster, Big Ben, atravessei o Thames e fui andar no London Eye (sozinho: o Leka achou caro, e o Sebastian sofre de vertigens). Lindo, paisagens magníficas.
Ànoite fomos ao G-A-Y bar novamente e como arranjámos flyers, fomos à discoteca com o mesmo nome, ali perto. A música dominante era mais velha que eu, mas ainda assim gostei do espaço em si porque era muito amplo. Quando voltámos ao Hotel, o Sebastian foi barrado e tiveram de sair as 3h e tal da manhã para ir procurar um hotel. Eu fiquei porque não tinha nada a ver com o assunto. Felizmente foi fácil e tudo se resolveu bem.
Sábado
Fomos ao Madame Tussaud's (o dos bonecos de cera). Caríssimo mas achei que valeu a pena, têm uma visita bem organizada. Andámos na Baker Stret, fui até à suposta casa do Sherlock Holmes (do qual sou fã). À tarde fomos ver a catedral de St. Paul, atravessámos a Millenium Bridge e vimos o Tate Modern, um museu de arte moderna. Mais uma vez perdemos demasiado tempo em cada galeria porque eles insistiam em ler a legenda de cada figura. O espaço é fantástico, mas assim tornou-se meio maçador.
Voltámos ao Hotel opara descansar um pouco e depois fomos para o Soho, onde arranjámos flyers para o Heaven. E lá fomos em direcção a Charing Cross, não esperámos nada para entrar. O espaço em si desiludiu-me um pouco porque esperava uma coisa mais moderna, com mais preocupação com a imagem. 
Domingo
Levantámo-nos um pouco mais tarde para poder descansar melhor e perdemos o pequeno almoço. Dirgimo-nos à Tower of London, que é um monumento próprio e não a ponte como eu e muita gente pensava. Observámos a Tower Bridge e andámos ali ao pé num passei chamado Thames Walk. 
Fomos até ao norte do Hyde park (Marble Arch) onde assistimos a verdadeiras palestras num sítio chamado Speaker's Corner. Percorremos o Hyde Park e depois quisémos ir ao Harrod's que estava fechado. Passeámos em Notting Hill e passámos pelos Museus de Ciência e História Natural (só por fora). Ficam prá próxima. Fomos levar o Sebastian à malfadada Victoria Station e resolvemos ir dar um passeiozito a Picadilly Circus e a Regent Street. Voltamos para o Hotel exaustos e aí ficámos. Eu saí para jantar e os carros estavam cobertos de gelo, tal não era o frio.
Segunda-Feira
O destino Victoria Station estava amaldiçoado na viagem. Problemas na linha directa Bayswater - Victoria. Demos uma volta maior mas lá chegámos. Apanhámos o Gatwick Express (bem mais rápido do que a viagem do primeiro dia...) e avião para Lisboa.