Sexta-feira, Julho 30, 2004

Pessoas

Apetece-me escrever, mas a minha vida não tem tido assim muito de especial. Falar sobre a dos outros? Não, para quê? E sobre quem? Tenho vivido rodeado por quatro ou cinco pessoas, que apesar de tudo, me preenchem. O Rogério foi para Lisboa, procurar casa. Mal ouvi na Sic que os bilhetes para a Madonna tinham sido postos à venda, liguei-lhe e ele foi logo a correr para a Fnac. E o resultado é que já tenho o meu garantido :) Por acaso tivémos muita sorte, porque segundo o que ele me disse, esgotaram pouco depois de ele ser atendido. Mas com os outros posso eu bem, vai ser giríssimo e até não foi assim tão caro como isso, optámos pelos de 61 euros. Esperamos que seja grandioso o suficiente para que ainda assim possamos apreciar o espectáculo em todo o seu esplendor.



A Catarina, não sei porquê, tenho andado um poquinho distante dela. Talvez por opção, talvez por coincidência. A verdade é que também tenho que deixar algum espaço de manobra para ela estar com o namorado à vontade sem ter aqui o pendura à perna. Mas amanhã deverei ir à praia com ela.
Quem me tem acompanhao mais é o meu mano, o Hugo. Trabalhamos juntos, e ontem apeteceu-nos ir para casa dele ver um DVD. O filme era tão mau, que rapidamente optámos por ir ler umas mensagens no chat da Sic. Parece qu aui no Algarve é o melhor para conhecer pessoas, melhor até que o próprio IRC ou o Gaydar. A mim parece-me um bocado impessoal, a ideia de um blind-date assusta-me porque não sabemos nada acerca da pessoa que se vai encontrar: mais que no IRC as pessoas mentem imenso sobre si próprias (quanto a mim uma ideia idiota, visto que se a ideia é o rendez-vous, rapidamente todas as ideias falsas que se façam passar se desvanecem). Um outro problema para o qual o Hugo me alertou é o facto de frequentemente se encontrarem pessoas conhecidas. Claro, ainda por cima num meio pequeno como Portimão (e arriscaria mesmo, o Algarve…). Ainda assim, o chat revelou-se ser um bom intermediário, pelo menos para ele, que namora com um rapaz que conheceu por lá já lá vão 10 meses.
E acho que só falta a minha mãe. Mãe… Can’t live with her, can’t live without her. Não sei o que seria de mim sem ela, mas… é tão chatinha, tadinha :) Quando quer implicar comigo, irra, que consegue chatear-me o juízo, mas ainda assim gosto tanto dela. Morar com ela tem vantagens e desvantagens. Os miminhos, a comidinha na mesa à hora certa, a caminha que aparece miraculosamente feita, as comprinhas sempre em dia, tudo para que eu não tenha que me chatear com essas coisas. Por outro lado, as saídas à noite, a roupa que não está no sítio, o dinheiro que gasto ou deixo de gastar, enfim, o controle constitui uma desvantagem que na minha idade começa a ser bastante insuportável. Mas são todas assim, esse é o meu consolo.

Segunda-feira, Julho 26, 2004

Inferno

Portugal está a arder e isso inclui duas das serras mais bonitas que conheço, a Arrábida e Monchique. A última afecta directamente Portimão, a cidade onde estou agora, tornando o ar irrespirável, fazendo chover cinza e pintando o céu com uma bruma negra que tapa o Sol e aumenta o já penoso calor. Tem sido impossível trabalhar, por várias razões. Os ares condicionados e os frigoríficos parecem ter pifado, a água desaparece ao início da noite levantando uma chuva de prtestos por parte dos clientes, sedentos e carentes de uma garrafa de água fresca.
Ontem apanhei uma grande bebedeira, talvez a maior de todas as que já apanhei. Fomos beber Vodka Absolut com sumo de laranja (passo a publicidade) para a praia, que à noite estava com uma temperatura tão agradável que vários grupos como nós se juntaram em pequenas festas em celebração do Verão. Fui-me entusiasmando, estava a saber-me bem a vodka e fui emborcando. A sorte é que sou um bêbado fixe. Um bocado chatinho, mas ao menos tenho estômago forte e não vomito. Foi giro alhear-me de tudo, a vida parecia perfeita e senti-me a pessoa mais felizarda do mundo. Claro que, ao acordar no outro dia de manhã, me aperecebi que tudo aquilo era falso e que, longe der ser uma vida perfeita, um calor sufocante se fazia sentir e o incêndio tinha deflagrado. Nem sequer tive uma ressaca muito má, não me doeu a cabeça, só me senti um bocado indisposto, talvez devido ao calor.

Quinta-feira, Julho 22, 2004

Capital

Lisboa. Hoje atravessei a ponte pela manhã e a cidade apareceu-me bonita e resplandecente como só Lisboa sabe ser. Quando cheguei a Entrecampos surpreendi-me pelo silêncio que se faz sentir, contrastantando com já mexido Algarve. Vim ver se me livro de vez dos pontos que levei, espero que esteja tudo ok com a cicatrização.

Os últimos dias têm sido de uma rotina agradável lá por baixo: dormir até às tantas, combinar alguma coisa com a primita (ontem por exemplo, estive nesta fantástica piscina:


Pestana Delfim - Alvor


porque o pápá dela trabalha no Hotel e deixou-nos ir dar um mergulhito. Não é paradisíaca?)

De resto, vai-se às compras, vê-se uns filmes, trabalha-se uma beca à noite, sempre em espirito de amena cavaqueira. Depois inventam-se uns programas a seguir à meia-noite. No outro dia armei-me em esperto e fui mais o Hugo prender-me por uns elásticos e saltar a 16m de altura com a ajuda de uns trampolins. Supostamente seria fácil dar uns mortais e tal, mas aqui o stormchaser acagaçou-se quando se viu mais perto do céu. Diverti-me na mesma a fingir que era o Super Mário aos saltaricos mas fiquei frustradíssimo por não ter sequer tentado a cambalhota.

De resto, ando a amar a minha leitura de Verão, que recomento a todos, o novo romace da Joanne Harris, Na Corda Bamba.

Na corda bamba


Desta vez, a minha escritora favorita leva-nos para o ano de 1610, altura em que uma saltimbanca/dançarina/actriz/acrobata, Juliette se refugia num convento para fugir do seu ex-amante e mentor LeMerle, que a traiu numa situação em que toda a trupe se vê envolvida numa acusação de bruxaria. Quando tudo parece calmo para Juliette e pra a sua filha, a Madre Superiora da abadia morre e em sua substituição aparece uma menina de 12 anos e o seu aconselhante, Colombin, que é nada mais nada menos, que o trapaceiro LeMerle. Estes vão fazer a vida negra à pobre Juliette, que se vê obrigada a encontrar uma maneira de escapar a toda esta situação.
Ando maravilhado com mais este universo que a autora de Chocolate criou para me entreter este Verão.

E pronto, está na hora de ir até ao dentista. Wish me luck!

Sábado, Julho 17, 2004

Spider man 2

Ontem fui até ao cinema novo mais a Catarina, o namorado e o Hugo, ver a estreia da semana.
 
Por mim, achei que caiu um pouco no clichè de que fala o Mindful. Saí da sala de cinema com uma sensação de profundo Deja-Vu e não gosto quando isso acontece porque sinto que deitei dinheiro fora: para isso tinha sacado o filme da net e não tinha contribuído para que fosse um êxito de bilheteira. A única coisa de que gostei relamente foi a animação do boneco quando andava a saltar de prédio em prédio, estava muito bem conseguida e quase conseguia convencer a plateia de que era um verdadeiro super-herói. De resto, achei que os diálogos se arrastavam imenso, achei um exagero de crises existênciais e o mau da fita nem sequer era assim tão mau como o pintavam. Enfim, vai ver não é o meu tipo de filme.
 
Outras novidades:
 
Ontem estive um bocado mal da boca, está um bocado inchada demais e incomoda-me bastante. Só hoje consegui acalmar a situação com muito tempo seguido de gelo em cima do inchaço. Entretanto soube também que começo hoje a trabalhar, já não era sem tempo. Vai ser giro, não ter de passar os dias inteiros metido em casa enquanto os outros andam na Praia da Rocha. Wish me luck!

Quarta-feira, Julho 14, 2004

Divagações em férias

Estou sozinho, ao som de Jagged Little Pill da Alanis Morissette sem fazer nada numa tarde de muito calor. O facto de ainda não ter recuperado completamente da pequena intervenção cirúrgica a que fui submetido na segunda-feira impede-me de sair para o meio da rua, de ir para a praia, ficar dourado pelo Sol como um qualquer turista que por aqui passa por esta altura do ano. Que é coisa que não me considero: sou algarvio e sinto-me no direito de disfrutar das coisas boas da minha terra assim como tenho de levar com as más. No Inverno, por exemplo, o Algarve é, em geral, intragável. Não se vê ninguém nas ruas, as cidades morrem completamente, tirando um ou outro centro comercial que lá vai atraindo os mais cinéfilos à estreia-sensação dessa semana. Fiquei feliz por poder fugir de tudo isso, Lisboa é outro mundo, outra mentalidade. Há mais pessoas parecidas comigo, mais sítios para onde ir, mais actividades para passar o tempo. Tempo esse que passa sem darmos por ele. Aqui é o oposto: as horas arrastam-se ao ritmo lento e característico das pessoas, habituadas a viver sem pressa, sem a angústia de ter um prazo a cumprir ou um autocarro para apanhar. Aqui tudo é perto: em vez de se contar com meia hora para chegar a qualquer sítio, bastam 10 minutos ou até menos. Não há infinitas ruas, cada uma limitada por um conjunto de semáforos (sempre vermelhos), o trânsito é mínimo e a vida é mais calma.
Claro que tudo se altera no Verão. A loucura desce o país e invade o Algarve com a pressa e a ânsia de chegar primeiro à praia, ao restaurante, ao hotel, ao supermercado e à discoteca. E os dois modos incompatíveis de viver misturam-se como quando se junta azeite e água. O calor excessivo serve de catalisador a conflitos, muito frequentes nesta altura do ano. Ele é o empregado que nunca mais traz o arroz de marisco, é a conta que não chega, é o acidente na estrada, é o Norte a querer que o Sul adopte o seu modo de vida.
E no entanto, é a altura do ano em que gosto mais de cá estar. Será que já me posso considerar um Lisboeta, um pseudo-cosmopolita que apenas teve o azar de nascer no lugar errado? Mais, será que é mesmo em Lisboa que gosto de estar? Será que daqui a uns anos não vou querer voar ainda mais alto? Não é coisa que nunca me tivesse passado pela cabeça, mas apenas o tempo trará respostas a estas perguntas.

Terça-feira, Julho 13, 2004

Menos juízo

Hoje fui submetido à primeira de uma série (esperemos que curta) de pequenas cirurgias destinadas à remoção dos meus dentes do siso. A sensação, longe de ser agradável, pelo menos não foi dolorosa. Pelo menos nada que uma dose cavalar de anestesia local não resolvesse. Porque de resto senti tudo, as brocas, o alicate, as picadelas da anestesia...
Enfim, o trabalho foi cumprido e agora só me resta amansar o possível inchaço com muito gelo e medicamentos. E amanhã, retorno a Portimão, para regressar para a semana que vem para tirar os pontos e discutir a calendarização da próxima intervenção.

Segunda-feira, Julho 12, 2004

Mais um BLINK!

Roger, amigão, bem-vindo finalmente à Blogosfera! Finalmente começamos a contar com posts regulares vindos directamente de Arroios.



Toca a ver o blog do meu amigo. Tem um template bastante cuidado e até conta com um toque de Flash, para quem aprecia as lides do webdesign. Eu até aprecio mas como percebo pouco, fico-me pelo HTML mais básico aki pelo logbook do caçador de tempestades da blogayesfera.

A Panasca já lá foi. E tu?

As minhas diferentes facetas

Na sexta-feira passada foi um dia histórico: fui ao CCB pela primeira vez. Fui com o monastero e com o Mindful ver uma exposição que retratava a obra de um arquitecto chamado Nuno Teotóneo Pereira. Não nos pareceu muito espectacular. Parece que a obra é importante porque introduziu conceitos novos na arquitectura em Portugal na altura do Estado Novo como construções com betão.
As exposições eram interessantes mas mais que tudo, gostei da companhia. Foi uma tarde em que se disseram piadas inteligentes, falou-se de assuntos interessantes como política, nacionalismos e resistência de edifícios a sismos.
Eu sou um ser múltiplo, nomeadamente no que diz respeito às pessoas com quem gosto de estar. Esta é apenas mais uma faceta minha, que por acaso ainda está muito inexplorada. Costumo excluír-me dos chamados grupos eclécticos porque os meus gostos, apesar de tudo, são bastante comuns. Não leio muito sobre generalidades nem sobre algum assunto em particular, não vejo muitos filmes e nem sequer sou um espectador assíduo do Telejornal. Mas então como é que se explica o prazer que tenho em conversar com estas pessoas? De sentir que posso aprender com os interesses de cada um?
Claro que tenho outros lados, sobejamente conhecidos, da minha personalidade. Ainda este fim de semana fui até Portimão e diverti-me imenso com a minha prima e o namorado dela, mais o Hugo. E o assunto era tudo menos política. E apreciei igualmente o momento. O mesmo se aplica com o Roger, porque a nossa relação, baseada na confiança, me proporciona igualmente bons momentos: um desabafo, uma risota, até mesmo um momento de atrofio.
Ando a ficar mais selectivo nas relações que mantenho, tenho que procurar cultivá-las e aprofundá-las, para que não aconteça o mesmo que aconteceu com o Leka e até com o Ricardo. É  que as relações entre as pessoas são como as plantas: temos que as "regar" para que permaneçam verdes e frescas como quando as comprámos.

Quinta-feira, Julho 08, 2004

Frustração

Se há coisa que detesto porque me frustra imenso é não ver o meu esforço reconhecido. Uma pessoa quando se propõe a executar uma tarefa, normalmente não o faz de ânimo leve e entrega-se a determinado projecto de corpo e alma. Por exemplo, ia sentir-me muito frustrado se a minha prima menosprezasse o meu esforço por a ajudar com a matemática. Claro que isso não acontece, longe disso. Ela é-me bastante grata e isso faz-me sentir bem comigo mesmo, com aquela sensação de energia bem gasta.
Já o trabalho de sismologia, do qual soube há pouco a nota, peca pelo contrário. Perdi anos de vida para o completar, quase que consigo distinguir cabelos brancos por entre a minha (já curta) trunfa, pedi ajuda ao Roger, desesperei, madruguei, fiz serão, tudo para o ver completo a tempo. E hoje, a resposta que recebi à pergunta "Então, como estava o trabalho?" foi "Hmm, não gostei muito, tenho as minhas dúvidas que aquilo funcione como deve ser... Você e a sua colega tiveram 14".
Ora, 14 foi a nota que um colega que optou por um trabalho teórico teve por ter copiado 3 páginas A4 de um qualquer livro e ainda por cima mal; todos os outros trabalhos tiveram 15, 16 ou 17. Sinto-me muito frustrado, especialmente olhando para o trabalho que tive e comparando com resultados parecidos não me parece que esteja assim tão mal como o profe o pintou. A sorte é que me propus a oral e foi muito fácil, vou ficar com 16. Mas não me interessa, acho que ele se revelou bastante inflexivel.
Este resultado faz-me pensar nos meus objectivos. Em que apesar de tudo empenhei-me muito e até fiquei a gostar de programação. Pensei em investir mais naquela área, no próximo semestre tenho oportunidade de escolher cadeiras nessa área. Mas será que tenho jeito? Será que é demasiado complicado, mesmo pra mim, esta coisinha complicada? Não sei, mas tenho o Verão todo para reflectir e quem sabe treinar um bocado de computação.
Por agora só tenho uma coisa a dizer: TOU DE FÉÉÉÉÉÉÉÉÉRIASSS!!! FINALMENTEEEEEEEE!!! :)  

Gato das Botas

Ando completamente maravilhado com esta imagem:


roubada discretamente ao Liquid blue

A Gato das Botas do Shrek 2, inicialmente contratado para fazer folha ao Shrek, rende-se aos encantos do Ogre Verde quando este lhe salva a vida e faz esta carinha laroca. Não é de fazer awwwww...?
É actualmente o fundo do meu ambiente de trabalho, ficou muito gira.

Quarta-feira, Julho 07, 2004

Bannerzito novo

Não, não se enganaram no blog, hoje deu-me na telha e resolvi brincar um pouquito com o Photoshop. Ainda hei-de me tornar pro, vão ver. Para já, acho que até não ficou mau de todo. Não me ajeito com aquelas tangas das layers, até fazer Copy+Paste se revelou um problema (felizmente ultrapassado, valeu o meu curso de Detecção Remota).
Obrigado ao Prozac pelas opiniões emitidas online :D

O dia de hoje em si não teve assim nada de diferente. Fui entregar o trabalhito de Oceanografia à faculdade e almocei por lá. Depois voltei para casa e passei a tarde de volta do Photoshop, e só parei para ir até à minha última aula de natação do ano lectivo. É verdade, na quinta-feira estou de partida para Portimão, para o merecido descanso. Já tenho um part-time garantido para ganhar algum dinheirito extra, vou para a garrafeira onde trabalhei o ano passado. É muito fixe porque é bastante dinâmico, nunca se está muito tempo parado. E quando se pára, aproveito para gozar com os bifes, mais o Hugo. Espero que seja pelo menos tão divertido como o foi o ano passado.

Depois fui até ao Colombo ter com os amigos do costume, sempre deu para rir mais uma beka e poder gozar este saborzinho a "quase-férias" em que já tenho muito pouco que fazer. Já só me resta a oral de Sismologia, para a qual jurei não estudar muito, se souber as coisas sei, senão também não hei-de descer a nota.

Falando ainda no Banner: ja repararam que o que eu escrevi está diferente não é? Após algum martírio ao ler tantas vezes Mindful's blog, título de um dos meus blogues preferidos, resolvi retirar o pontapé na gramática inglesa. É que escrever The Storm Chaser Blog é incorrecto: deve utilizar-se o caso possessivo, com o «'s». Por outro lado não vou mudar o título da página em si porque já estou blinkado assim nalguns blogs e sempre se tenta manter alguma coerência (ou não...).

Terça-feira, Julho 06, 2004

Angels in America - Heaven, I'm in Heaven!

Já vi muitos filmes na vida. E até algumas séries. Já li alguns livros e conheço muitas músicas. Mas nunca, NUNCA tinha chorado tanto como no final do Angels in America.



As interpretações, a banda sonora, o texto, o enquadramento social, tudo, excelente, do melhor que já vi até hoje.

Sexta-feira, Julho 02, 2004

E o trabalho aliviou, venha a vida social

O exame correu bem, acabei por tirar partido do dia a mais para estudar. Além disso, o exame deve ter sido feito à pressa, tinha alguns exercícios do da primeira chamada, o que se revelou muito vantajoso.
Mal acabou o exame resolvemos ir almoçar ao Alvaláxia e ver o Shrek 2:







Está muito muito divertido, recomendo. Relembro que não costumo gostar de filmes de desenhos animados, mas este está realmente fora de série e é impossível não se gostar. Além disso foi o primeiro filme de qualidade digital que vi. Estava no cinema e parecia que estava a ver um dvd em casa, mas muito grande: é que não tinha aquelas falhas típicas do cinema, como bolinhas e traços ao longo da projecção. Assim é que o cinema devia ser, estamos no século XXI, HELLLOOOO, PPL DOS MOVIES!!!

Em jeito de celebração também, resolvi aceitar o convite do Xavier para um café a horas mais tardias, que agora já se pode outra vez. Lá se pôs a conversa em dia, a minha caligrafia foi utilizada para me traçar a personalidade (acho que se chama grafologia, a tal ciência que o permite fazer), falámos de mil e uma coisas, conheci o António e os amigos, que ele me apresentou e fomos ficando atè cerca das 2h30 (não sabia que o Heróis estava aberto até tão tarde).
Hoje fui até à Costa, apanhar um bocad(ã)o de Sol, tenho as pernas vermelhíssimas mas valeu bem a pena. Amanhã talvez repita a dose. Ou então não, que amanhã revejo o meu gajo e quero estar fresquinho para o receber. Logo se verá :)