bússola política

Eu sabia! Eu sabia que andava por ali :)
Faz o teu teste aqui.

Em conversa com o Liquid Blue, lá fui encorajado a fazer uns updates ao template e reparem só nas novidades: não já têm um top de mp3 disponível como também podem ouvir algumas das músicas nele incluídas. Por enquanto é só a que está em primeiro lugar, mas mais virão. Afinal era só pôr um link bem feitinho para uma música alojada num servidor e já está. Como a netcabo costuma ser lentinha a aceder (reparem que até nisto eu pensei!), alojei na minha área de Linux da faculdade. A única desvantagem deste método é que vai-vos abrir o Windows Media Player (ou o vosso leitor de mp3 pré-definido), mas ainda assim acho que não ficou mau de todo. Além disso, só ouvem se quiserem, não sobrecarregando a página com a música. Se quiserem fazer o download da música é só clicar com o botão direito e fazer "Guardar destino como...". Não se preocupem quanto a consumos internacionais: a minha faculdade fica aqui mesmo em Lisboa :)

Hoje fui até Sintra, a convite do Prozac. Muito procurámos nós o miradouro de Santa Eufémia, mas nicles, não demos com ele. A foto foi tirada ao final do dia, quando os pés não aguentavam mais e o estômago pedia que nos refastelássemos na Piriquita a comer travesseiros e queijadas. Foi uma excelente tarde, em que provei a mim próprio que conseguia chegar ao cimo da serra a pé o Prozac me provou que afinal não era tão preguiçoso como eu o pintei :D
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Uma hortênsia nos jardins de Sintra
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Um lanche divinal...
Posted by Hello
Tenho escrito bem menos do que antigamente escrevia. Não sei explicar porquê, talvez falte o feedback necessário para dar incentivo. Infelizmente não posso obrigar as pessoas a deixar um comentário. A verdade é que como cada vez há mais blogs, não dá para estar a ver todos, quanto mais comentá-los. Há uns quantos a que se vai regularmente e que geralmente têm posts todos os dias, e por isso serem visitados com maior assiduidade. Como não é o caso aqui do stormchaser's, este cantinho sofreu uma quebra. Especialmente durante as férias, em que quase nunca postava, notei que a febre diminuiu.
Não se assustem, leitores assíduos, não pretendo acabar com o blog. É só um lamento, como tantos outros que tenho feito (acerca do mesmo assunto).
Hoje foi a entrega do primeiro trabalho do semestre. É verdade, e pensar que há pessoas ainda de férias! Correu bem, era um programinha simples para a cadeira de programação.
Soube hoje que os Corrs vêm ao Pavilhão Atlântico no dia 16 de Novembro! Ora sabendo que é uma das minhas bandas favoritas, obviamente não vou perder este concerto! Só eu sei o que sofri por não ter ido assistir à sua discreta passagem pelo nosso país, num concerto que deram em Braga no dia 16 de Julho. Mas era longe e ia começar a trabalhar, de modo que não deu.
Até que hoje, estava eu na minha aulinha de programação e o Miguel me perguntou se os ia ver :D Ia rebentando de felicidade :D

Ontem foi a comemoração do aniversário do Duarte. Foi um jantar com os mais chegados em casa dele, muito caprichado. Foi daqueles jantares que os nossos pais ou família organizam quando é suposto celebrar alguma coisa: camarões, leitão, um bom vinho... Normalmente o pessoal da nossa idade opta por uma solução mais simples: vai-se ao chinês ou à pizzaria e cada um paga o seu. Mas desta vez, o Duarte fez questão de dar uma bela jantarada e foi muito divertido. Parabéns migo, foste um excelente organizador.
Eu o Roger e o Pedro oferecemos-lhe um Swatch giríssimo com pinguins, esperemos que ele goste. É sempre bom quando podemos oferecer uma boa prenda a um amigo querido, ainda que para isso nos tenhamos de juntar a outros amigos. Prefiro isso a oferecer bugigangas que acabam invariavelmente no fundo uma qualquer gaveta.
Depois fomos os quatro ao Lux, os outros cortaram-se. Foi uma noite bem passada, correu tudo muito bem. Parabéns Duarte :)
If I were a month I would be: Julho
If I were a day of the week I would be: Sexta-feira
If I were a time of day I would be: O serão
If I were a planet I would be: Marte
If I were a sea animal I would be: Golfinho
If I were a direction I would be: Sul
If I were a piece of furniture I would be: Puff
If I were a sin I would be: Gula
If I were a historical figure I would be: Albert Einstein
If I were a liquid I would be: Ácido Sulfúrico
If I were a tree I would be: Dragoeiro
If I were a flower/plant I would be: Cana da China ( a única que sobrevive aqui em casa...)
If I were a kind of weather I would be: Tornado
If I were a musical instrument I would be: Bateria
If I were an animal I would be: Lontra
If I were a color I would be: Laranja
If I were a vegetable I would be: Tomate
If I were a sound I would be: o meu toque de sms recebida
If I were an element I would be: Rutherfordio (só pra chatear)
If I were a car I would be: Peugeot 206 (todo estiloso)
If I were a song I would be: Ray of Light da Madonna
If I were a movie I would be directed by: Sam Mendes
If I were a book I would be written by: Joanne Harris se fosse romenace Dan Brown se fosse suspense
If I were a food I would be: Uma almôndega
If I were a place I would be: Portinho da Arrábida
If I were a material I would be: Papel
If I were a taste I would be: Ovos moles
If I were a scent I would be: O cheiro do meu namorado :)
If I were a word I would be: vorticidade (adoro, lol)
If I were an object I would be: CD
If I were a body part I would be: Cérebro
If I were a facial expression I would be: :D
If I were a cartoon character I would be: Tio Patinhas
If I were a shape I would be a: Torus (tipo Donut)
If I were a number I would be: 8, dizem os astrologos q é o meu nº da sorte
onde é que eu vi este questionário? Foi no
Nowadays Atmospheres
Este foi um dos momentos inesquecíveis do concerto de Madonna que o meu Nokia 6230 conseguiu captar. A multidão em delírio, debaixo de uma chuva de papelinhos vermelhos e brancos, despedia-se da diva ao som de Holiday
Esta foto foi tirada na parte velha de Portimão. E depois não digam que é só no "Portugal no seu melhor"! Aqui no stormchaser's, sempre as últimas novidades em termos de pregos e afins! :)
O meu primito Miguel não tá um espectáculo nesta foto?Tá com um sorriso tão kiiiduuu :D
A minha relação atravessa um período conturbado. Estamos com problemas que à primeira vista parecem insolúveis. Apesar disso, não me apetece simplesmente deitar tudo para trás das costas e esquecer. Quero que as coisas tenham continuidade; o tempo da cobardia acabou há bastante tempo. Amo muito o Marco e tenho pena que estes problemas surjam numa fase tão prematura da relação (que só é oficial ainda nem há uma semana). Precipitações, nunca! Mas sinto que as coisas deveriam estar a correr bastante melhor nesta fase e não sei o que fazer para contrariar a tendência dos acontecimentos...
Desculpem ser tão vago, mas não queria expor demasiado problemas tão pessoais.
«Nate - Foi porreiro estar contigo em frente de Deus e toda a gente!
(...)
Brenda - Não acreditas mesmo em Deus pois não?
Nate - Acredito... Não acredito num velho de barba branca sentado numa nuvem, mas acredito nalguma coisa. Numa força criadora indefinível.
Brenda - Eu acho que é tudo aleatório.
Nate - A sério?
Brenda - Vivemos, morremos e no fundo nada significa nada.
Nate - Como é que consegues viver assim?
Brenda - Não sei. Às vezes acordo a sentir-me tão vazia que tenho pena de ter nascido, mas que alternativa tenho?
(...)»
in Six Feet Under Ep 6 - An open book






Weeee, hoje é o grande dia! Estou ansioso por me juntar aos milhares de fãs vão assistir ao concerto da mítica Madonna! Só tenho pena de não ser mais abastado e não poder assistir ao concerto na linha da frente, mas ainda assim penso que vai ser um grande espectáculo. Também vais? Encontramo-nos no Pavilhão Atlântico! ;)

Ontem foi dia de estourar dinheiro. Fui às compras com o Roger e o Pedro e foi uma desgraça: ele foram blusas, um par de ténis, meias, boxers e por fim, a mais cara mas a melhor de todas: O DVD DA PRIMEIRA SÉRIE DO SIX FEET UNDER, FINALMENTE! Já devorei dois episódios, ri com o humor negro, espantei-me com mortes absurdas e derreti-me com as histórias que só os Fishers são capazes de nos contar.

... que a falsa sensação de segurança do Mundo Ocidental estremece sob o ataque terrorista ao World Trade Center em New York, organizado por Bin Laden. Porque se pensava que o teatro de guerra só se localizava nos países sub-desenvolvidos. Porque se pensava que o terrorismo não não era o problema nosso. Porque a supremacia e arrogância dos Estados Unidos e de Bush não podiam prevalecer.

Hoje lá me arrastei a custo para a FCUL. Fui à hora de almoço, este ano tenho horário da tarde. Tive a sorte de encontrar os meus amigos na fila da cantina e foi logo uma festa de abraços e beijinhos. Apesar de não me estar a sentir a 100% por cá foi bom revê-los; há uma parte de mim que precisa deles, das nossas piadas secas sobre física, dos jogos de cartas nas horas mortas e até das festinhas para comemorar um aniversário ou outro. Aliás temos uma combinada para comemorar os imensos aniversários das pessoas que fizeram anos nas férias, incluindo o meu próprio. E pronto, depois disso retornei a velha vidinha, aulinha de meteorologia e de oceanografia, mesmos professores, outros assuntos. Fiquei a saber que este semestre promete ser (ainda) mais trabalhoso do que o anterior em termos de trabalhos computacionais, por isso vão preparando os olhos para lerem resmas de queixas por aqui. Comentei com o profe de Oceanografia acerca da viagem de ontem e sobre o meu futuro: estágio, projectos e bolsas de investigação; mestrados e doutoramentos. Afinal aproximo-me a passos largos do final do curso e tenho que começar mais além de cadeiras e exames. Tenho que ter um objectivo pelo qual lutar, gostava de enveredar pela docência e investigação, acho que posso dar um contributo nessas áreas e penso que até tenho perfil para ser um bom cientista/professor. Mas, há-que dar tempo ao tempo: parece que posso relaxar e preocupar-me com isso lá mais para o estágio. Aí sim convém criar contactos nas diferentes áreas para me desenrascar em caso de aperto. Por enquanto, ainda tenho 9 cadeiras complicadas pela frente e há que lutar para manter a média.
Como pus a descrição pormenorizada nesta página, não faço nenhum post sobre o meu dia de hoje. Mas foi fantástico e as fotos estão muito bonitas!
Espero que gostem da minha nova imagenzita de topo. Fiz num instante no Photoshop, basta saber trabalhar um bocadinho com a ferramebnta dos gradientes e obtêm-se efitos muito bonitos. Está colorido, eu sei, mas eu gosto assim.
Finalmente já tirei o meu outro dente do ciso que andava a chater-me o juízo. Foi mais demorado do que da outra vez, mas em compensação a recuperação está a ser bem melhor: a cara está menos inchada e consigo comer quase normalmente.
Ontem fui ao cinema com o Pedro e a Catarina que, coitada, estava desesperada porque o exame de matemática (a derradeira tentativa este ano) não lhe correu tão bem como ambos esperávamos. Eu sentia que ela estava bem preparada, mas ela ia com uma grande carga de nervos que acabou por estragar tudo. Assim sendo, vimos um filme do qual não tínhamos ouvido falar, mas que foi uma boa surpresa, o excelente Godsend - O Enviado.

De volta a Lisboa, infelizmente. Estava-se maravilhosamente bem pelos Algarves mas o dever chama. Deixei por lá muito mais do que já alguma vez deixei: o rapaz de que gosto. É verdade, a minha vida deu uma volta de 180º por estes dias: vi-me forçado a tomar a decisão mais dificil da minha vida, tive de escolher entre duas pessoas. E não pensem que é como estar numa loja a escolher entre uma blusa vermelha e uma azul, porque aí pode-se sempre levar as duas desde que haja dinheiro. Ambas caíram do céu aos trambolhões na minha vida, que é a forma mais natural de acontecerem as coisas. O rapaz que o meu coração escolheu (porque a razão deixou de ter influência) é uma daquelas pessoas que quando somos mais putos, admiramos e pensamos: «quando for mais velho, era fixe que eu fosse assim também». Inteligente e sensual, com uma personalidade forte e cativante, de um humor que se adapta facilmente às circunstâncias e possuidor de uma maturidade invejável, é o Marco (como se fosse possível resumir aquela pessoa em tão poucas palavras). Apesar de ser uma relação dificil porque de agora em diante vai ser vivida a 300km de distância, vai valer a pena; vai revigorar-me e encher-me de novos sentimentos, novas sensações. Acho que apareceu na fase certa da minha vida, quando a minha própria maturidade quer vir ao de cima; os estudos não irão perdoar, mas ele melhor que ninguém irá compreender, pois concluiu o curso no ano passado e as memórias estão ainda bem frescas. Sinto-me apreciado, respeitado e acarinhado por alguém que eu próprio sempre admirei.
Mas nem tudo são rosas. Como disse, tive de escolher de entre duas pessoas fantásticas e que caíram na minha vida na mesma altura. A outra pessoa, o já referido neste blog Prozac, conheci-o aqui mesmo e envolvemo-nos na parte mais inicial das férias, devido à feliz coincidência de ele ir passar férias na terra vizinha à minha. Houve uma atracção e deixámos as coisas tomarem o seu rumo. Talvez um pouco repentinamente mas ambos nos sentimos confortáveis com isso. Com ele a situação é bastante diferente: temos imensas coisas em comum, ao contrário de mim e do Marco. Normalmente isso torna-se um factor de atracção, porque geralmente gostamos do nosso próprio umbigo e apreciamos o facto de nos podermos rever no nosso companheiro. No entanto, o amor não tem regras pré-estabelecidas (seria tão mais fácil, mas tão mais sem-graça) e quando o Marco (re-)apareceu na minha vida, foi como se um grande tremor de terra se abatesse sobre o meu coração e pusesse tudo em causa. «Ah...» diriam alguns, «é uma questão de pesares os prós e os contras de um e de outro e optares pelo melhor!». Se fosse tão linear... A minha escolha baseou-se no que o meu coração me tentava transmitir; nos sinais que emitia... a pouco e pouco a decisão ia sendo tomada. Com a convivência, apaixonei-me a sério e a questão da escolha deixou simplesmente de fazer sentido. Pior mesmo foi inteirar o Prozac de tudo. Não merece um golpe baixo destes e só me apetecia chorar quando lhe contei. Detesto magoar as pessoas mas alguém tinha que sair lesado desta história, apercebi-me disso logo no início. Ainda pensei que ia ser eu próprio (tê-lo-ia preferido se tal escolha fosse possível), mas as coisas aconteceram de forma diferente.
Agora é a distância que me assusta. O meu sentimento pelo Marco é mais do que suficiente para manter a relação (infelizmente só percebi isso no último dia - quando me despedi dele nem olhei para trás para não desatar a chorar também), nem sequer é disso que se trata. É pelo facto de não poder estar com ele quando me apetecer, de não poder beijá-lo e abraçá-lo todos os dias e ter de me conformar com esta barreira física quase intransponível que nos separa. Torna-se doloroso e sufocante, mas também irei com certeza aprender a dar valor a cada segundo que passo com ele.
Tudo tem o seu lado positivo e outro mais obscuro. Foi uma situação difícil, mas gosto de pensar que aprendi com o que aconteceu. Percebi quão complexa se pode tornar uma relação e percebi como é gostar tanto de uma pessoa que o facto de dar um beijo em frente de todos se torna natural.