Um dia diferente
Hoje o dia começou de forma particularmente desagradável: uma multa de estacionamento por não ter pago parquímetro. Maldita EMEL, com os seus parquímetros que ora funcionam, ora deixam de funcionar, horas que têm de se pagar, outras que não... Do mal o menos, o carro não tinha as rodas bloqueadas, o que me permitiu sair dalí sem mais demoras e sem ter de me identificar. Quanto à multa, a ver vamos.
Pouco depois, as coisas começaram a melhorar. Fui até à faculdade receber o dinheirito correspondente às explicações que dei aos caloiros (e que deverão continuar durante este mês), que sempre dará uma ajuda suportar estas despesas de início de ano. Depois fui matar saudades de um amigo que já não via faz muito tempo, o staring elf. Fui ter com ele a Entrecampos e seguimos para dar um passeio pela Baixa. E falou-se de tudo, desde boa música, bons filmes, boas piadas... Juntaram-se a nós o Puto Fish e o Leka e fomos até ao agradável Cultura do Chá, onde se deu continuidade à amena cavaqueira. Uma novidade, em brevo juntar-me-ei à família deslizo, depois de ter aceite o simpático convite do seu responsável. Em breve haverão portanto novidades quanto a endereço e possivelmente novo template. A ver vamos se o tempo chega para tudo. Ah e o elfitu trouxe-me também uma cópia dos dvd's do Angels in America, portanto já posso juntar-me ao clube. Para (re)ver portanto um destes dias.
Finalmente, chegado à minha (fria) casa, a mula tinha uma novidade também ela muio agradável: estava finalmente completo um dos filmes que eu mais aguardei este ano, Uma Casa no fim do Mundo. Claro que não resisti e adiei mais um bocadinho o início do estudo.


Quanto a críticas, não queria dizer o que já vai sendo hábito quando se adapta um excelente livro para o grande ecrã: falta sempre qualquer coisa. Neste caso faltaram personagens, situações e algum ênfase a cada peripécia que ia acontecendo: só mesmo quem leu o livro pode ter a total percepção da história porque os acontecimento se sucedem a uma velocidade vertiginosa. No entanto, não posso deixar de salientar a fabulosa interpertação do menino Colin Farrel, esteve brilhante na pele de Billy, o protagonista da história. Ao vê-lo, revia trechos do livro e lembrei as sensações que só o acompanhar um livro palavra a palavra pode transmitir. E isso revela com certeza uma boa interpretação. Mas quanto ao essencial, o núcleo da história, estava lá. O acompanhamento musical também esteve muito à altura, recomendável aos amantes de bandas sonoras com toda a certeza.
Foi portanto um dia cheio de coisas; boas e más, surpreendentes ou rotineiras mas com um ponto comum: foi um dia diferente.


















