Sábado, Janeiro 29, 2005

MMM

Dois filmes excelentes numa semana só não serão indegestos? É que acabo de ver aquele que vai figurar na lista dos meus filmes preferidos nos próximos tempos, juntamente com American Beauty (que por acaso revi ontem à noite) e a Amèlie: A very long engagement é o filme que todos julgávamos ser impossível depois da Amèlie. Mas ao passo que este foi uma lufada de ar fresco, o novo filme do Jeunet é bem mais duro. O filme conta a história de uma rapariga, a Mathilde (interpretada como é óbvio pela Audrey) que vê o seu noivo partir para a guerra onde desaparece em circunstâncias misteriosas. Ele fazia parte de um grupo de 5 soldados que tentaram através de auto-mutilação escapar aos horrores da 1ª Guerra Mundial. O problema é que os planos deram para o torto e o tribunal de Guerra condenou-os a uma morte quase certa pois teriam de andar desprotegidos na chamada terra de ninguém, o terreno que se situa entre as duas trincheiras, a aliada e a dos alemães. Mathilde não quer acreditar que ele está morto e parte então numa busca incansável, juntando pequenos fragementos de informação que permitirão resolver o mistério do desaparecimento do seu amado. Uma bela história de amor, determinação e coragem, com todas as qualidades técnicas do melhor que se faz em cinema que o mestre Jeunet já nos vai (mal)-acostumando. Há quem tenha chorado baba e ranho o filme todo (não vou dizer nomes :P), e digo-vos já que é caso para isso; por isso os mais sensíveis levem um pacotinho de kleenexes. Deixo algumas fotos para aguçar o apetite de quem ainda não viu.







Curtas:

Mathilde est née le 1er de janvier 1900. C'est tres commode pour calculer son âge.

Feu mes parents! Feu mes parents!

Ça te fais mal quand tu marches?

Mathilde aime Manech! Manech aime Mathilde!

e muito, muito mais. Não percam!

Teste kinky

1. HAVE YOU EVER USED TOYS OR OTHER THINGS DURING SEX?

Não, só mesmo preservativo.

2. WOULD YOU CONSIDER USING DILDOS OR OTHER SEXUAL TOYS IN THE FUTURE?

Não. Aliás nunca percebi muito qual era a utilidade.

3. WHAT IS YOUR KINKIEST FANTASY YOU HAVE YET TO REALIZE?

Eu sou uma tristeza nestas coisas, mesmo. Talvez as algemas (no outro, pa ser eu a mandar muahahaha).

4. WHO GAVE YOU THIS DILDO?

Foi o malvado do PutoFish

Os próximos nomeados para responder a estas mesmas perguntas são:
Leka
Guinhas
Panasca-Mor
Preciouzzz

Quinta-feira, Janeiro 27, 2005

Vá-se lá entender isto!...

Agora que estou tão perto do fim estou com medo de me ver de repente sem nada para fazer :S

Quarta-feira, Janeiro 26, 2005

Onda de frio e homossexualidade

Há pouco ouvi no jornal da Sic algo que me impressionou de certa forma. Estava a dar a reportagem acerca da tenda que a CML montou para dar apoio aos sem-abrigo como resposta ao aviso da Protecção Civil de que se estaria a aproximar uma massa de ar frio anticiclónica (já agora - bem visível nas imagens de satélite METEOSAT disponíveis ali na barra lateral - é um grande disco que gira lentamente no sentido dos ponteiros do relógio que se desloca para sul e que cobre quase a imagem toda - aqui fica a minha marcação:



...). Mas voltando ao assunto que me levou a postar: a jornalista entrevistou um dos sem-abrigo que recorreu ao serviço e perguntou-lhe porque é que ele era um sem-abrigo, porque é que vivia na rua. A desconcertante resposta foi que o pai o tinha posto na rua por ele ser homossexual e que paneleiros não eram filhos dele. Fiquei boquiaberto, pensava que estas situações já não existiam! Sei lá, com tanta informação que há por aí, tantas campanhas de sensibilização, séries televisivas, enfim. Pelos vistos não é suficiente, porque um jovem de 21 anos vive na miséria porque resolveu sair do armário. Eu não acho isto nada normal: alguém devia dizer ao pai do rapaz que por mais que ele faça, ele vai ser sempre o seu filho e mais vale aceitá-lo como é. O rapaz vai ser infeliz (por motivos óbvios) assim como ele próprio pois será certamente consumido pelos remorsos!

Eu devo ser mesmo ingénuo, ou talvez seja por ter tido muita sorte no meu coming-out. Os meus pais compreenderam que eu saí da mesma fábrica que o meu irmão (que é heterosexual) e portanto não foi erro deles. Compreenderam que não foi uma escolha minha, que não sou gay para os desafiar. Não tiveram outro remédio senão aceitar (não implicando necessariamente compreender) e continuar a gostar de mim como dantes, porque eu sou e serei sempre a mesma pessoa, o filho deles. Vivo confortável, não me deveria queixar tanto quanto às economias pois olhando para esta situação, há quem esteja muito pior.

Segunda-feira, Janeiro 24, 2005

Closer

Hoje é daqueles dias em que me lembro de um comentário que o Guinhas fez há uns tempos acerca de uma lista que se deve fazer quando se está muito ocupado. Dizia ele que se sentia orgulhoso dele próprio quando abria o bloquinho e punha um tick numa das tarefas que havia cumprido. Foi o que aconteceu hoje, depois de uma verdadeira maratona/ corrida contra o tempo que teve hoje um fim com a entrega do trabalho que me submergiu durante toda a semana passada.

Aproveitei o relax pós-entrega-de-trabalho para ir ao cinema com o Puto Peixe e fomos ver o filme sensação da semana: Closer.

Apesar do sempre charmoso Jude Law ter feito um excelente trabalho...



...(é oficial - tenho um fetishe por este homem), apesar da consagradíssima Júlia Roberts ter estado excelente como já nos habituou...



... e mesmo tendo adorado o desempenho do não menos conhecido Clive Owen ...




.. quem impressionou mesmo foi a fabulástica Natalie Portman:



cujo papel foi brilhantemente desempenhado, transmitindo sensualidade e sensibilidade. Pelos vistos, este papel já lhe valeu um Globo de Ouro na categoria de melhor actriz secundária:



O filme é sobre a história de quatro desconhecidos que se relacionam entre si numa perigosa teia de cumplicidades. Os diálogos são desconcertantes, o filme repleto de situações inesperadas e saltos no tempo, tornando-se num enredo tudo menos óbvio.

Fica já entre os meus filmes preferidos dos últimos tempos.

Sábado, Janeiro 22, 2005

Ballet Gulbenkian

Ontem foi noite de assistir ao espectáculo do Ballet Gulbenkian desta temporada.Desde já um beijinho especial à Ana Sendas, estreante nestas andanças (ali na Gulbenkian), que apesar de me parecer descontente com a sua prestação no final, penso que lhe correu até bastante bem. Eu sei que para um performer é mais fácil dizer se correu bem ou mal porque sabe somo era suposto correr; mas um mero (e leigo na matéria) espectador como eu só pode dizer se gostou ou não do que viu. E gostei, este foi o conjunto de três peças que mais apreciei desde que comecei a ir a estas apresentações.

O Bailado começou com uma peça coreografada pelo português Rui Lopes Graça, chamada Quase.




Consistia numa composição de bailado moderno, com sonoridades interessantes e inesperadas (com o dedinho de Fernando Ribeiro dos Moonspell), mas cuja cenografia não nos inspirou especial agrado. Muito se criticou uma esfera na qual era projectada uma cara que era suposto ir transmitindo as emoções ao público (a pergunta é: seria realmente necessário? - a música e a coreagrafia faziam-no por si só...). Movimentos rápidos alternando com movimentos suaves em conjugação com a banda sonora fizeram desta uma peça interessante de se ver.

A segunda, a minha preferida de todo o espectáculo, caiu mais no estilo clássico:



Coreagrafada maravilhosamente por Regina Van Berkel, A closer View transmitia suavidade, sensualidade e uma grande tranquilidade. Gestos suaves, melodias deliciosas compostas com som de harpa, violino e concertina ((?) - aquele instrumento que ficou célebre na banda sonora da Amèlie... :P), foi de facto a minha peça preferida. A cenografia era também simples composta por dois ecrãs com a forma de losangos que ia mudando a sua cor conforme a emoção que se pretendia passar.

Finalmente, Pergunta sem resposta, uma peça de bailado moderno à semelhança da primeira mas em contraste com o carácter soturno desta, a cor que dominou foi o branco. Em termos cénicos mais bem conseguida que as outras, pecou talvez pela repetitividade de movimentos dos bailarinos. As sonoridades eram estalidos electrónicos resultando num espectáculo resultante bastante inesperado.



Foi bonito, a companhia foi óptima, conheci alguns amigos do Elfo e até descobri quem era afinal a Nikita! :D

Quarta-feira, Janeiro 19, 2005

Lentes

Se forem a andar na rua e virem um indivíduo parecido comigo, exceptuando pelo facto de não usar óculos, olhem outra vez. Posso ser mesmo eu. Fui há pouco a uma consulta de oftalmologia e obtive permissão para utilizar lentes de contacto. Vai ser um bocadinho chato até me habituar à parte dos líquidos mas depois creio que compensa porque se sente um alívio enorme de peso na cara. E não me incomodaram nada :)

Terça-feira, Janeiro 18, 2005

Finalmente em DVD



Saiu hoje a edição portuguesa da fabulosa série Six Feet Under. Está à venda na Fnac mais próxima por 49,95€.

Entretanto parece que o final da saga dos Fisher foi anunciado pelo próprio Alan Ball:

Ball faz funeral a 'Sete Palmos de Terra'

Alan Ball vai pôr um ponto final na série de culto de que é argumentista e produtor, Sete Palmos de Terra. Ball confirmou à BBC que a quinta e última temporada entra em fase de produção na próxima semana. «Se a série é sobre algo, é precisamente sobre o facto de tudo ter um fim», resumiu Ball. Produzida pela HBO, Sete Palmos de Terra ganhou vários prémios, entre os quais dois Globos de Ouro e seis Emmy, e colecciona uma imensa legião de fãs. A produtora confirmou a morte anunciada da série, mas não diz quando vão ser emitidos os derradeiros episódios. «Vou sentir saudades de tantos talentosos argumentistas, equipa, actores e vou estar sempre grato à HBO por nos permitir e encorajar a contar a história que concebemos», disse Ball à BBC.


in DN.pt


Airbus A380



É hoje inaugurada a nova maravilha da aviação comercial! Um dia hei-de viajar num!

Segunda-feira, Janeiro 17, 2005

Avisos

Às vezes ponho-me a pensar se não serei demasiado explícito aqui no blog e já tenho dito que até à data nunca me tinha acontecido nada que me fizesse agir em contrário. Ontem chegou-me por mail uma espécie de aviso: um colega que deu com o blog e me mandou um mail com uma crítica muito simpática mas a alertar-me de que poderia eventualmente estar-me a exceder nalguns pontos. Concordo com ele: há dias em que isto parece o diário de Maria e conto tudo como se estivesse a falar com o meu melhor amigo. Mas não estou. Estou a falar para uma plateia que varia entre 30 a 60 pessoas por dia. Imagino quem sejam umas 10, quanto muito 15 delas. Pois, mas e as outras 45? Sei lá eu quem me está a ler e que susceptibilidades poderei ferir? Sei lá eu até que ponto alguém com intenções menos boas pode utilizar toda a informação que por aqui circula quase todos os dias? Será que deverei ter mais cuidado? Será que devo apagar tudo e começar do zero, com outro espírito? A casa nova até que convida a isso e quem tinha que ler acerca do passado já leu. Não sei, é uma questão a meditar.

Domingo, Janeiro 16, 2005

Nouvelle Vague



Nouvelle Vague ao vivo no Lux dia 11 de Fevereiro. A não perder!

Frágil

Ontem à noite fui ao Frágil com uns amigos. Senti-me estranho, como se aquele mundo já não fosse o meu como o foi em tempos. Tem sido muito tempo enclausurado, metido apenas com os meus botões sem uma vida social activa com saídas à noite para bares e discotecas fixes. A última vez até que nem foi há muito tempo, foi na passagem de ano. Mas penso que não se pode comparar as duas situações: o Boys'r'Us, para além de ser no Porto e ser por si só diferente, também é mais arejado, mais luminoso, com música comercial; é um ambiente muito light. O Frágil, por outro lado, é mais underground, um ambiente em que o electro e o ar que se respira no Bairro Alto transforma as pessoas em espectros noctívagos. Ainda houve a tentação de acabar a noite no Lux, mas já era tarde e tinha sérias dúvidas de que iria conseguir entrar. Quando lá vou, gosto de ir muito mais cedo do que a maioria das pessoas. A passagem pelo Bairro é quase obrigatória, eu sei, mas uma ida ao Lux para mim deve ser planeada: vai-se cedo para o Bairro, bebe-se um copo e ruma-se ao Lx por volta da 1h. O bar é muito agradável e não vejo inconveniente nenhum em ir cedo para o disfrutar.

Mas um dos motivos que contribuiram para a minha estranha sensação de deslocamento daquela realidade foi a ausência do Leka. Acho que estou de tal forma habituado a sair à noite com ele, que ontem que me faltou, soube-me a pouco! Claro que tenho a noção que isto não é recíproco, mas comigo é assim e pronto. E depois ando em fase de integração num novo grupo e por vezes a sensação de nostalgia e saudades dos velhos amigos toma conta de mim. Falando nisso, gostava de falar sobre a minha sexta-feira, porque foi um dia excelente. Começou com uma camada de nervos enorme porque ia ter exame de programação, mas quando o comecei a fazer e constatei que me estava a correr bem, os nervos começaram a dissipar-se como um nevoeiro numa manhã de Sol. E a partir daí forma só coisas boas! Fui ter com o Luís para descomprimir e tomar um café. Depois fui ter com o Leka e arrastei-o para o Ikea onde não resisti a umas comprinhas:


Uma cana chinesa com uma pequena jarrinha a condizer


Um conjunto de quadros que se prendem uns aos outros (ainda por pendurar por falta de parafusos


Ele próprio também comprou algumas coisinhas. Depois consegui convencê-lo a ir à Baixa comigo, ter com o Rogério, Pedro e Duarte. Fomos até à Chaleira do Costume (Panasquinha do meu coração, perdoe-me pelo abuso :P ) e a vontade de ficar instalou-se. A conversa estava agradável, estava a ser bom matar saudades dos velhos amigos. Resolvemos então ir tirar a barriga de misérias e comer um bife à Portvgalia e que bem que soube a todos! Nem sequer foi assim tão caro, já tenho pago mais nos jantares de curso, por exemplo. Quando o jantar acabou, já com as respectivas barrigas satisfeitas, despedimo-nos e toda a gente ficou satisfeita com o modo como tudo correu. Espero que haja vontade de repetir.

Sábado, Janeiro 15, 2005

Programação

Correu beeeem!

Quinta-feira, Janeiro 13, 2005

Hi5

O Hi5 já me está a irritar. Primeiro, ah e tal é muito giro. Depois ah e tal a rede de amigos começa a crescer. Seguidamente ah e tal a malta toda começa a ver ah aquilo é giro, se calhar devia ter aceite o convite. Finalmente, agora que aquilo começa realmente a ter piada, pois as redes de amigos são de tal forma complexas que se pode perder um tempinho a navegar nelas (eu neste momento tenho 8 amigos o que já me permite visualizar um total de 145 profiles), começa a falhar! Cada vez que tento aceder à parte em que vejo as mensagens, dá erro. Bah, ajeitem lá o servidor pra malta se viciar! :P

Quarta-feira, Janeiro 12, 2005

Justiça

Esta semana estou um pouco menos stressado. A carga de coisas para fazer é a mesma, mas acho que resolvi seguir o conselho do Guinhas e levar a coisa um pouco mais ao de leve, ir fazendo. Além disso, sempre o disse, trabalho melhor em casa, sozinho, com a minha música a tocar e sem interrupções constantes. Acho que isso tem ajudado a manter mais a calma. Neste momento parei os trabalhos porque estou a estudar para o exame de sexta. Tive negativa num dos trabalhos de programação (8.0) de modo que perdi o direito a escapulir-me ao exame. Estou revoltado como é óbvio, mas pelos vistos não sou o único. A Sara e os de engenharia já trataram de por em marcha uma reunião dos coordenadores das licenciaturas com o professor em causa para discutirem se o sistema de avaliação será o mais correcto/ justo. Obviamente que não é, mas parece que só o próprio professor parece não ver isso. Fico contente mais uma vez por ter a Sara a debater-se constatemente pelos nossos direitos. Sinceramente acho que o curso seria uma balbúrdia sem ela. Cada vez que alguma coisa não está bem, lá está ela na frente de batalha! Admiro-a por isso, pela coragem que sempre tem demonstrado. Quem me dera ser assim!

De resto sem grandes novidades. Não querem que particularize os trabalhos que ando a fazer não é? :/

Deslizo

Deslizo é uma palavra bonita. Lembra movimento sem atrito, dá ideia que se flutua como se não existisse nada que nos pudesse reter. A nossa mente, parecendo que não, ainda é um Mundo muito complexo, pelo qual vale a pena deslizar (no sentido atrás referido) de vez em quando à procura de nós próprios e do que nos define. Mas será que tal coisa existe? Será que nos podemos definir como um qualquer conceito matemático? Já estou a imaginar alguém muito inteligente pegar na definição de si próprio e deduzir uma série de teoremas com propriedades acerca da sua própria pessoa. Será isto possível? Nunca acreditei muito naquelas frases feitas tipo "estou à procura da minha essência". O que é a essência de uma pessoa? É aquilo que em última instância a define, não é? Mas nós somos tão dinâmicos, podemos assumir várias personalidades se bem nos apetecer, podemos ter vários tipos de comportamentos e estados de espírito... Como pode então haver uma única definição objectiva de um ser humano?

Por isso deslizo. Deslizo para me encontrar. Deslizo à procura de respostas. Deslizo para divagar. Deslizo através da minha mente.

Terça-feira, Janeiro 11, 2005

Finalmente, tudo ok

Pronto, parece definitivo: morada nova http://storm.deslizo.net, alive & kickin'! E agora, as alterações irão surgindo. Em primeiro lugar, as imagens que constituem o template já estão alojadas neste servidor, entre elas as da secção "cultura", que a partir de agora vão ser guardadinhas na pastinha do blog para não haver surpresas. As músicas, essas, continuam alojadas na faculdade para que possam fazer os vossos downloads nacionais (se bem que também não seria por uns 20 megas que o vosso ISP vos ia ao bolso). Alterações mais profundas na estrutura tenciono fazê-las depois da época de exames. Quero aprender um bocadinho de Flash primeiro... :)

Agora pretendo personalizar a parte do profile, indo um pouco como o anfitrião do deslizo fez há uns tempos, fazendo uma página à parte com alguns dados sobre mim. Para isso, gostava de colocar lá não só a minha enfadonha descrição, como as opiniões de quem me conhece. Por isso gostava de pedir-vos que escrevessem um pequeno comentário e me enviassem. Publico o bom e o mau, desde que não toque no ofensivo, como é óbvio. Aceitam-se caricaturas gráficas (Zun, esta é para ti) ou em texto. A melhor será publicada na íntegra e ganha... humm... um jantar! As outras... ganham um beijinho como prémio de participação :D


PARTICIPA!!


Porque este blog não faria sentido sem ti!

Sushi!

Este é o meu primeiro post via Deslizo! A partir de hoje esta vai ser a nova casa. Em breve farei alterações no template mas tudo a seu tempo.

É tão giro quando experimentamos algo novo! Ontem fui com o meu irmão,a Inês e o Leka experimentar um rodízio Japonês e absolutamente divinal! O restaurante fica no Odivelas Parque. Tem que se ir cedo porque já vai sendo muito conhecido e, por exemplo, ontem que chegámos cerca das 20h30 já tivémos que esperar meia hora por mesa. Mas quando nos sentamos, temos um tapete rolante tipo chegadas de aeroporto com pequenos pratinhos com enormes delícias que nos podemos dar ao luxo de ir devorando até estarmos prestes a rebentar. E pronto, desmitifiquei um dos mistérios que me assolavam o espírito: a que saberá peixe crú?



A verdade é que é bem bom, mas também porque é bem temperado e acompanhado. E muitas outras delícias compunham o repasto, entre eles coisas mais ocidentais como crepes chineses, sobremesas exóticas (uma das que comi consistia num caldo branco tipo leite com pequenas bolinhas incolores - juro que pareciam olhos de um bicharoco qualquer).

Status

Finalmente um dos trabalhos está a chegar ao fim. Outro deles obrigou o próprio professor a pensar um bom bocado e pediu-nos um tempo para pensar. Outro ainda, nem lhe peguei e parece ser o mais dificil. As notas dos testes não estão nada de especial de modo que terei de repetir algumas coisas no exame.

Mas nem tudo é mau. Amanhã à noite deverei ir relaxar um pouco com o Luis até ao Bairro. No sábado ha dvdzada em Setúbal. Sempre servirá para me lembrar que existe vida para além do pavilhão C1 da faculdade...

Quarta-feira, Janeiro 05, 2005

Fuga

Dói-me a cabeça...

Noitadas até às 4h da manhã a trabalhar...

Dias inteiros na faculdade com um trabalho que parece nunca mais acabar...

A pressão do que ainda está por fazer a ser deixado de lado sistematicamente...

Quero fugir...

Domingo, Janeiro 02, 2005

Tsunami!



Simulação feita pelo NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration)

Parece pequenino, não parece?...

Vasculhando no fundo do baú

Há uns dias, andei a vasculhar cd's com mp3 antigos e ouvi músicas que já não ouvia há meses ou até anos. O entusiasmo começou a crescer e resolvi fazer uma selecção de músicas a que chamei "Intemporais" porque continuo a ouvi-las com o mesmo prazer com que o fazia na altura do seu lançamento. Andam em geral pelo house comercial, passando por um pouco de techno, afinal de contas, os meus géneros de música favoritos. Aqui fica a playlist, que já agora partilho convosco.

1. Boomfunk MC's - Super Electric (Dance Mix)
2. Mirwais - Naive song mix
3. Everything But the Girl - Missing (Todd Terry Club Mix)
4. Modjo - Chillin'
5. Sasha - Xpander
6. Jose Nunez - Air Race
7. De Nuit - All that mattered (Innervision Extended mix)
8. Dannii Minogue - I begin to wonder (Bini & Martini Club Mix)
9. Liquid People Vs. Simple Minds - Monster
10. S-sense - Gonna Get Your Love
11. Darude - Sandstorm
12. Basement Jaxx - Jus One Kiss
13. Dark Monks ft. Mim - Insane (Original Vocal Mix)
14. Pete Heller - Big Love
15. Basement Jaxx - Red Alert (club mix)

Sábado, Janeiro 01, 2005

Biba 2005, carago!

Acabo de chegar do Porto, onde resolvi, juntamente com o Leka, ir passar o revelhão.

Chegámos a Campanhã onde nos esperava o amigo Vasco, que muito simpaticamente se ofereceu para nos dar boleia até ao hotel, que ficava na Rua da Alegria, perto do centro. Uma vez instalados, resolvemos ir dar azo a uma activade que ambos gostámos muito: ir às caves do Vinho do Porto. Seguimos as indicações da recepcionista e fomos descendo calmamente as ruas até à Ribeira; estava um dia lindo e fresco, mesmo a pedir um belo passeio a pé. Rapidamente me deixei contagiar pela vida que as ruas e as pessoas transpiram. A Ribeira então, que espectáculo: uma senhora que se precipitou numa passadeira, resmungando "Agora passo eu que já tou aqui há muito tempo à espera, seu f'lho da p**a!", o presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia que partiu o pára-choques traseiro do seu carro ao galgar um dos pinos que estão no passeio, juntanto logo uma série de pessoas em seu torno...







..., as senhoras que trabalhavam nos restaurantes que preparavam a grande festa da noite que se iria seguir dentro mesmo espírito da supra-referida, dizendo quatro palavrões em cada três palavras que diziam...

Depois as visitas às caves. Começámos pela cave Cálem, que mereceu uma visita ao museu, onde aprendi alguns aspectos mais técnicos que desconhecia acerca da fabricação do precioso néctar, às caves em si...



... e no final, tivémos direito à prova da praxe. Delirei, aprendi alguns truques que o Leka me ensinou acerca de como provar correctamente um vinho (por exemplo, deve-se agitar o copo em movimentos circulares para que, como o contacto com o ar, se dê a oxidação do vinho, libertanto as fragrâncias e aromas, que podemos então cheirar e degustar). Não resistimos e comprámos uma garrafa cada um no final.
Depois passámos na cave Sandeman, vimos a exposição e pouco mais. Seguimos ainda até à cave Croft, ...



em que um simpático empregado nos deu a provar dois vinhos que dificilmente esquecerei o sabor: destaque para o LBV de 1997 que é das coisas mais deliciosas que já alguma vez provei. Depois é que o Leka me disse que nas caves Cálem tinha comprado um daqueles, enquanto eu optei por um Fine Tawny (bem mais barato...). Ficou a promessa de abrirmos as garrafas juntos para podermos partilhar este prazer de que ambos somos fãs.

O tempo passou bem depressa e quando nos decidimos a almoçar já havia pouca coisa aberta (como aliás se tornou sina a partir desse momento). Comemos num snack ali mesmo na ribeira de Gaia porque já não aguentávamos a jornada até ao centro do Porto.

O retorno foi bastante mais penoso porque foi sempre a subir. Verificámos que ia ser muito complicado jantar nalgum sítio decente, porque não encontrámos nenhum que estivesse aberto. Optámos por improvisar uma ceia de salgadinhos e bom vinho comprados na Confeitaria do Bolhão e foi no quarto do Hotel que a fizémos, depois de descansar um pouco.

O ano novo aproximava-se a passos largos e rumámos até à Avenida dos Aliados para celebrar a sua chegada. Nós e metade da população do Porto. Foi lindo, muito alegre, muito banho de espumante (inclusivé do nosso), com bolo rei e passas e muito muito fogo-de-artifício.

Depois, já meio tocados pelo álcool rumámos até ao Boys'r'Us, um dos ex-libris da noite gay do Porto, onde dançámos até ao espectáculo das travekas, bastante diferente e mais profissional do que tenho visto por cá (no sentido em que se nota que há algum