Terça-feira, Maio 30, 2006

Música-Vício

A música-vício já está no player ali ao lado. :D

Sexta-feira, Maio 26, 2006

Aviso à navegação

É este sábado que a reportagem sobre o meu curso vai para o ar :) Estejam atentos aos noticiários e à Sic Notícias!

Segunda-feira, Maio 22, 2006

Tell


me


why!


Supermongo - Why (Axwell & Ingrosso Original Mix)

O novo VÍCIO!

Sexta-feira, Maio 19, 2006

Lost

Será possível que tenha perdido o passe duas vezes (a última de forma defintiva) e uma mala a tiracolo num só dia?

Segunda-feira, Maio 15, 2006

Fitas

Este ano escrevi mais fitas do que no ano passado. Acabei agorinha, está na altura de começar a pensar em devolvê-las aos donos, que a benção é já prá semana. Foi surpreendentemente fácil, estava inspirado e as palavras fluiram vindas direitinhas do coração. Fiz algumas boas amizades durante a faculdade. Para essas pessoas, é fácil escrever uma fita. Basta relembrar os momentos mais marcantes, pedir que nunca se esqueçam de nós e desejar saude e sorte. Depois há as amizades mesmo muito boas. Destaco três pessoas: começo pela prima do meu peito, claro. A mais antiga das minhas amizades (lembro-me de sermos amigos ainda eu andava na creche), temos tanta coisa boa que partilhámos, é difícil por tudo numa fita. E a bem dizer não é preciso, eu quero é viver muito mais e melhor. Depois a Anokas e a Rita. São duas miudas tão especiais que custa a crer que existam de facto. São assim as pessoas com melhor coração que se possa imaginar e com sentidos de humor incomparáveis (daí que nos entendamos tão bem). O meu medo é que a coisa esfrie agora que elas acabam o curso, mas em princípio devemos ficar em família ali pela faculdade.

Aproveitei para reler as minhas próprias fitas. Foi com alguma nostalgia que reli algumas delas. Especialmente emocionantes foram as palavras do Duarte e do Pedro, que continuam bem presentes apesar de já terem partido. Queria tanto ter retribuído as palavras de apreço e encorajamento que recebi da parte deles... Dedico-lhes a minha tese de licenciatura, esperando que estejam onde estiverem, apreciem o singelo gesto, como prova de que nunca me esquecerei da sua amizade.

Sexta-feira, Maio 12, 2006

Entrevista à Sic

Os cursos como menos de 20 alunos a entrar por ano deverão deixar de ser financiados pelo Ministério, a menos que se prove o seu mérito ou utilidade, diz o Ministro da Ciência e Ensino Superior, Mariano Gago. O meu curso é justamente um desses em riscos de encerrar, pois no ano passado apenas entraram 17 alunos. Mesmo assim, o resultado foi bem melhor que nos anos anteriores e resultou da mudança do nome do curso: de Ciências Geofísicas passou a chamar-se Meteorologia, Oceanografia e Geofísica, um nome bem mais apelativo.

A Sic não deixou passar em branco esta notícia e está a preparar uma reportagem sobre o problema. O nosso curso foi um dos escolhidos para fazer parte da reportagem e eu fui um dos entrevistados. Foi estranho dar uma entrevista com uma câmara apontada a nós com o foco de luz apontado à cara e uma reporter a fazer perguntas. A coisa nem sequer correu muito bem, gaguejei imenso e só disse porcaria. Mas a senhora prometeu que iria cortar o que não interessava e só passar o melhor. Mesmo assim...

Ainda assim creio que falei do essencial. O que me tinha levado a escolher o curso, se sempre me imaginei a apresentar a meteorologia na televisão (!), se sentia que não iria ter emprego, quais as principais saídas profissionais... Enfim, agora é ver o resultado. Deve passar numa daquelas reportagens, não sei ao certo. Ela ficou de avisar. :)

Terça-feira, Maio 09, 2006

Hostel



Atenção: Contém spoilers.

Tarantino mais uma vez mostra do que é capaz. Ai querem um filme de terror? Então aí vai. Eu já ia a contar ficar com um cagaço mas não julguei que fosse tanto. Aliás, nunca me lembro de estar num filme e tantas pessoas desistirem a meio...

Eu dividiria o filme em três partes distintas. Numa primeira, somos envolvidos na história, nutrindo compaixão pelas personagens. Há muito sexo, factor que atrai os protagonistas para a armadilha. A segunda parte é o horror. Afinal, os personagens são arrastados para uma catacumba onde um qualquer tarado pode pagar para torturar uma pessoa até à morte. Ora esta ideia é levada a um extremo tal que até fiquei mal disposto. Tentei convencer-me a mim mesmo de que 'aquilo é só um filme', mas é impossível. A parte mais horrorosa de todas é quando o personagem principal, depois de ter gritado em desespero é impedido de o fazer porque lhe é colocada uma bola na boca. Ora o pior é que o dito desata vomitar um líquido amarelo e espesso, comum a várias cenas do filme, só que com uma bola na boca; imagine-se o sufoco. Escusado será dizer que é aqui que se verifica a maior taxa de abandono. A terceira parte é a reviravolta, quando um dos personagens arranja maneira de se escapulir. Mas aqui o terror ganha outro contornos. Além dos espaços serem mais abertos, desanuviando a ambiente, as cenas começam a tornar-se absurdamente sádicas, bem ao género Kill Bill. Em vez de horror, provocam gargalhadas, sendo portanto a grande prenda para os resistentes. Falo por exemplo da cena do atropelamento das biatches e da cena em que a chinesa se joga prá frente de uma locomotiva em alta velocidade, esguichando sangue para os restantes passageiros que aguardavam na plataforma.

Um excelente filme de terror (para quem realmente aprecia o género), com efeitos especiais realmente convincentes; outra coisa não seria de esperar de Tarantino. Conselho de amigo: não comam nada antes de irem ao filme.

Sábado, Maio 06, 2006

Diálogo Matrix

- I think a bit of php programming language would be useful...
- Yeah, what should we do?
- I think i have an idea.

*PUUUU* *PUUU*

- Operator!
- Tank we need an express php course, please.
- Right away.

ZZZZZZZZTTTT

- Let's go.