Sábado, Junho 24, 2006

Actividades de fim de semana

Ah desgraça. O fim de semana mais apetecido dos últimos tempos e o tempo assim. Não dá para ir à praia... Que fazer, então?

Começa-se com a preparação de uma mousse de chocolate para mais logo ao jantar. Hoje é dia de festa e há que começar a animação bem cedo. Depois vai-se dar uma voltinha, a Sintra talvez. Se apetecer, vamos enterrar os pés na areia. Quem sabe, até tirar a t-shirt para sentir os raios de Sol contra a nossa pele, branca e ansiosa pelas férias de Verão. Senão, vamos para bem mais alto a um qualquer miradouro, aproveitando o sossego para namorar um pouco.

À noite soltam-se as frangas, é dia de arraial na Praça da Figueira. Revêm-se amigos que não se vêm há muito, está-se com os habituais. Visitam-se as tasquinhas e ouvem-se os presidentes das diferentes associações LGBT a agradecer muito e a toda a gente. Lêem-se as últimas na revista dos Ursos de Portugal e contagiamo-nos pela alegria da Rede Ex-Aequo. E depois acaba a noite!

Sexta-feira, Junho 23, 2006

Weee

Hoje recebi o meu primeiro ordenado como meteorologista :D Merece comemoração, right?

Terça-feira, Junho 20, 2006

Mais six feet

Se a Claire me visse agora, matar-me-ia (ela chamou blogger labrego ao namorado...). Há já algum tempo que não vi um episódio tão avassalador. Ainda bem que não saquei a série da net. É deliciosa a espera pelas surpresas que nos são reveladas na semana seguinte...

Domingo, Junho 18, 2006

Dança Comigo

Ontem fui até ao Campo Pequeno, para assistir à final de Dança Comigo. Foi um grande espectáculo e tal como diz João Baião, é desta televisão que eu gosto! (Claro, excluíndo as sériezitas de eleição). Foram 8000 pessoas em delírio. Houve momentos deliciosos, tal como quando a Daniela Ruah perdeu a saia ou quando a atenção foi canalizada para nós, que fazíamos claque à Tatiana, uma das bailarinas residentes, nossa conhecida.

Depois foi a minha vez de dançar, que fui para o T. Bem bom, o ar condicionado não faltou e a música também não. A melhoria da qualidade salta à vista: agora conta-se com um show, não demasiado grande, que em vez de ser composto pelos tradicionais números de transformismo brega, contava com uma série de bailarinos com tudo no sítio (e bem à vista) a dançar músicas também elas contagiantes. À parte os ouvidos terem ficado na miséria, a noite foi bem divertida e já fazia falta!

Quarta-feira, Junho 14, 2006

Aié-ié-ié, Alfama é quié

Ontem foi mais uma noite de Santos Populares, em que Alfama, pelo 3º ano consecutivo, arrecadou o 1º lugar.



A noite foi de folia e lá se juntaram uns quantos amigos para os copos. Andou-se de bairro em bairro, uma estafa. Mas vale a pena, é a única noite em que Lisboa inteira se enche de cor e música. Até o Santo António meteu uma cunha ao S. Pedro: apesar de se prever inclusivé trovoada, nem uma pinga de chuva caiu, pra não estragar a festa. Este ano, o espirito que domina na Bica contagiou outros bairros: havia mais bares e tascas com músicas alternativas ao pimba, tão próprio destas festividades. Deu pra ver muitas caras conhecidas e para celebrar o Verão, o calor e a alegria de estar vivo!

Quarta-feira, Junho 07, 2006

Ericeira

No sábado fui à Ericeira, para os anos da Ana. Terra bonita com gente boa (sim, nesse sentido, também). A água da praia era gelada, mas de um azul límpido. Gostei de conhecer um monte de gente nova de uma assentada só, gente que nos põe imediatamente à vontade. Às vezes esqueço-me das coisas boas de viver em meios mais pequenos. Nota-se logo no tamanho dos grupos de amigos. Parece que é impossível alguém estar sozinho por ali, porque como grande parte das pessoas se conhecem umas às outras, os grupos ficam maiores. Em Lisboa acontece o oposto, ou seja, os grupos, a existir, tendem a ser mais pequenos e elitistas. Queremos estar com um amigo e temos de apanhar uma boa dose de transportes, dispendendo grande parte do precioso tempo que deveria estar a ser gasto em trabalho, que consiste normalmente nalgo de muito complexo e absorvente. Qualquer perda de tempo é uma tragédia. Na Ericeira parece não ser assim. Há sempre tempo para pegar na prancha e ir para Ribeira d'Ilhas apanhar umas ondas.
É o mal de ter crescido no Algarve. Para mim, terras pequenas têm sempre uma conotação negativa: fazem-me lembrar certas atitudes e valores que regiam o comportamento das pessoas por lá. Mas nem sempre é assim, a Ericeira mostra-nos que se consegue viver no século XXI com tudo o que este nos trouxe de bom, sem ter de viver na metrópole. Hei de lá voltar mais vezes.